Enquanto os torcedores têm Papai Joel, os funcionários ficam sem Papai Noel

O bicho pegou! Ou, melhor dizendo, o Bahia não pagou o bicho.


A notícia nos pega de surpresa. Provavelmente pega também a grande maioria dos torcedores e da imprensa, afinal, falava-se que o Bahia havia arrumado o cofre e,  ainda mais, teria a chave bem guardada, o que quer dizer que faria o uso controlado, responsável e cuidadoso dos recursos. Será que não?


Tratando-se de um clube que ficou em segundo lugar no ranking de torcedores presentes no seu mando de campo no Brasileirão e, somado a isso, o crescente reconhecimento nacional ao valor do Bahia, com torcedores que se organizam em outras regiões do país, além dos novos contratos de publicidade, valores antecipados por contrato de transmissões de TV e novos patrocinadores, há de se perguntar: "o que, de fato, está acontecendo?".


No momento em que se discute o desejo dos torcedores pela manutenção de jogadores que evoluíram da base, notícia como falta de pagamento de salário de funcionários e dívida sobre prêmio devido a jogador pelo acesso em 2010 surpreende e deixa o torcedor ainda mais confuso. Uma certeza, porém, se evidencia: a venda de jogadores como Ávine tem motivação também dentro do Bahia, contrariando o que pensávamos, pois a coisa, diante do que se mostra, vai muito além de interesse mercadológico do empresário do atleta. A cuia parece estar novamente na mão, dessa vez para pagar pendências salariais de novembro e também do mês de maior expectativa dos trabalhadores e, enquanto os torcedores estão com Papai Joel, os funcionários do Bahia passam o Natal sem Papai Noel.


Ê Bahia! Como consegue surpreender os seus torcedores, mesmo quando demonstra ter as ferramentas para abrir caminhos para um crescimento que se apresenta tão possível, tão real para um clube que além da tradição conta com uma torcida apaixonada que se amplia pelo Brasil, que atrai empresas como a Nike e gera interesse cada vez maior na mídia esportiva. Sem querer ser do contra, no fundo gostaríamos sempre de vibrar por notícias grandiosas tricolores, tais como, por exemplo, ouvir da diretoria um #FicaÁvine recheado de alegria e confiança em lhe oferecer um título tricolor, com esperança ainda de ver o Bahia unir ídolos do acesso de 2010, como Moraes, aos ídolos de 2011 como Souza, Marcelo Lomba e Fahel.


Diante das expectativas de ver o Bahia reacender de vez o status de campeão, a começar pelo Campeonato Baiano, obrigatório e com todas as honras em 2012, a transparência nas finanças e de toda a gestão do clube fariam a base para o início de um novo tempo dolorosamente aguardado pelo torcedor mais exigente. Pelo que se vê repetir, no entanto, o Bahia insiste em não ouvir o clamor ruidoso de alas da oposição, do lado sério da Imprensa ou de simples cidadãos que se entregam apaixonadamente na paixão pelo clube. Seguidas histórias, seguidas repetições: o mesmo "cinto" que aperta na hora de contratar bons jogadores e que, quando folga, geralmente desacompanhado de um bom relatório financeiro, relaxa a ponto de perder o controle e expor a verdadeira "flacidez" do clube.

Muito mais do que vender, valorizar

Por Carlos Lopes - colaborador
Em 23/12/2011


Felizmente passei daquela fase em que me zangava com opiniões que batiam sempre no mesmo ponto, nunca se convencendo do contrário. Situação assim está no dia-a-dia, na nossa rotina em geral e, na Imprensa, quando colunistas refletem, mudam as palavras, trazem novos pensamentos, mas as conclusões são mantidas. E alguns podem até dizer que nós é que somos insistentes no tema #FicaÁvine, mas, temos certeza, a postura por aqui é muito mais de reflexão do que emoção ou necessidade de convencer o outro sobre o nosso ponto de vista.

Nos tranquiliza saber que há uma corrente crítica de bons jornalistas que colocam em evidência essa polêmica que os torcedores, ao que nos parece, estão preferindo assistir de camarote, sem muita manifestação. Críticas à parte, gostaríamos de ver a torcida um pouco mais inflamada com possível saída de Ávine, nosso heroico guerreiro que veio da base, viu o Bahia descer até onde parecia que não teria nem mesmo uma corda para segurar. E a água parecia nos cobrir no fundo do poço. E quem estava lá para dar sangue na briga para sair da série-c? A resposta, todos sabem, o garoto Ávine, num clube quase sem chão, sem bola, sem chuteiras.

E como se não bastasse essa falta de estrutura, que abalou dirigentes, comissão técnica e jogadores na ocasião mais crítica, Ávine ainda teve de conviver com a intolerância dos torcedores, que não encontravam paciência para suportar erros em campo. Ele não media esforços nas disputas, jamais se escondia, lutou e se expôs a ponto de parecer estabanado e irresponsável e, diante da grande dedicação para resolver e tirar leite das pedras no meio da crise, já demostrava potencial para ser ídolo, mas muitos o viam como vilão. Nós presenciamos tudo isso na série-c, em 2 anos de agonia que se findou num domingo certamente dos mais tensos e eufóricos da história dos torcedores do Bahia, com apreensão e desfecho recheado com mais um gol miraculoso no apagar das luzes, ainda somado a um zero a zero na partida que acontecia no norte do país, já que o Bahia não dependia apenas de si mesmo para passar para a fase final daquele campeonato. O Bahia passou, e subiu.


Ávine viveu tudo isso, dentro de campo, como ator e personagem de uma saga que parecia não ter fim. Passado esse drama, por mais 2 anos ainda lutou para erguer o Bahia na série-B. Da ascensão, com retorno à elite do futebol brasileiro em 2010, nem precisamos falar, pois as lembranças recentes não deixam dúvida do destaque e da importância de Ávine no elenco. Por tudo isso, compatriotas tricolores, podemos exigir apenas que todos se unam em torno da causa maior: valorizar Ávine, no Bahia, é questão de honra e respeito a ele.


Do outro lado, observamos, se anuncia uma suposta elevação do jogador a um clube que lhe ofereceria maior estrutura e visibilidade para crescer, ir à Seleção Brasileira, entre outras conquistas. Ledo engano, lamentamos informar. Qual é mesmo a grande diferença de padrão e de resultados quando se compara Bahia e Atlético? Aliado a isso, quem navegar um pouquinho no twitter vai notar referências a deficiências do Atlético-MG, que até o momento não bateu o martelo sobre a contratação do #Ávine simplesmente porque não achou patrocinador. Situação parecida, meus amigos, poderia estar acontecendo com o Bahia, buscando patrocínio e apoio para jogadores supostamente à altura do Ávine. Busca incerta, evidentemente. Ávine, meus caros, ao contrário, é certeza. Valorizá-lo, meus prezados, é nossa obrigação.


Sem envolvimento com as questões políticas, já que não somos ligados a nenhum grupo e conhecemos os atores apenas pela mídia, desafiamos os torcedores que comemoraram e vibraram, que rasgaram elogios na rede ao @marceloguima, a exemplo da chuva de emoção após o jogo contra o São Paulo em Pituaçu: não acham que é hora de replicarem as boas reflexões que circulam na rede relacionadas a #ValorizarÁvine? Que reflitam todos sobre o tema e sobre as boas publicações que estão circulando na rede, inclusive aquelas dos meios oficiais (Imprensa constituída). Os dirigentes vão ter mais chance de ler e, certamente, vão poder refletir sobre o que de fato é melhor para o Bahia e para Ávine em 2012, com futuros brilhantes para ambos, após merecidas conquistas e gloriosos resultados que estão por vir. O que vai acontecer depois será, certamente, muito maior do que o que se promete nesse momento.



 

Mais sobre Ávine


A possibilidade de saída de Ávine pode ser polêmica, gerar controvérsias sutis ou até discussões ferrenhas. Vale, no entanto, respeitar as visões de todos, inclusive daqueles que possivelmente observem apenas um lado da situação, com avaliações de cunho mercadológico e momentâneas. Devemos ficar atentos, também os jornalistas, e todos os que estão na posição de formadores de opinião. Uma coisa também é certa, está em jogo um mundo de interesses financeiros que atropelam os clubes e que, em muitos casos, também os próprios atletas.

O que desejamos é que o Bahia ofereça a Ávine, mais do que a sua "carta de euforria", o seu acesso ao "trono". Aqui estão dois símbolos: a "carta de euforria", numa alusão ao Bahia ser um lugar para sofrer, não para crescer. Já o "trono" seria a condição de volorização dentro do clube e a consiciência de que o Bahia dá, sim, visibilidade a qualquer craque, para brilhar aqui, ou mesmo na Seleção Brasileira, no Barcelona ou em qualquer outro clube que venha a oferecer, em momento oportuno e de maior destaque em um campeonato, pelo verdadeiro valor que o atleta tem.  Ao Bahia e suas "lideranças", caberia, sim, lutar pela diminuição das diferenças regionais que terminam por fragilizar o próprio futebol brasileiro.

Na prática Ávine já poderia ter ido bem mais longe mesmo permanecendo no Bahia. O ano de 2011 teria sido a boa chance, não fossem as contusões e a consequente pouca visibilidade. Com sequência de jogos ele teria brilhado e sua valorização no mercado poderia mudar radicalmente a vida dele e o resultado financeiro para o clube. Liberar Ávine num momento de baixa é um tiro no pé. Interesses empresariais certamente estão pesando, pois os intermediários ganham com a venda de hoje, de amanhã, e de tantas mais que acontecerem ao longo da sua carreira. Já, para nós, apenas um tchau, sem títulos, sem brilho, sem valore$.

Esse nosso artigo, complementar ao que publicamos no meio da manhã, foi motivado pelo comentário do jornalista Flávio Novaes, @flavionovaes70, ocorrido hoje via @aotribahia nas interações com o jornalista Eder Ferrari, @ederferrari82. Da sua mensão ao artigo (clique para ler) do colunista Eduardo Rocha, do Correio da Bahia, o Flávio nos trouxe a inspiração para completarmos o pensamento e sonhar com novos rumos para um brilhante Ávine-Tricolor-Bahia-2012.


Triste fim, Bahia não quer crescer junto com Ávine

Pelos colaboradores Carlos e Arthur Fontes,
21/12/2011



Como circula na rede, estrutura do Atlético-MG e salários em dia atraem Ávine. No mínimo soa estranho anunciar esses motivos, justamente os pontos em que o Bahia se destacou em 2011 foram na melhoria da estrutura e o fato de pagar em dia. É estranho, também, como está escrito na reportagem do Esporte-IG, dia 15, onde se lê, sobre o Atlético - "...sem contar que paga bons salários e paga em dia. Isso faz diferença" -, como se estivesse comparando com supostos problemas que Ávine teria no Bahia.


E a reportagem, se não tendenciosa, no mínimo tem interesse de marketing, e continua: “Enquanto estava jogando pelo Bahia, Ávine fazia um grande Brasileirão e chegou até ser comentado para a seleção brasileira. É um sonho dele e no Atlético-MG isso fica bem mais próximo”, disse o empresário. E o jogo de cartolagem, com aval do Bahia, parece evidente, fica claro no comentário que segue na reportagem, sobre declaração do próprio empresário responsável pela negociação, que considera que o desembolso, pelo Atlético-MG, de R$ 3,6 milhões por 50% dos direitos federativos do jogador, não é pequeno. O valor exato não foi revelado pelo agente do atleta, que apenas limitou-se a dizer que "o valor não é barato".


Para nós do AoTriBahia, que assumimos uma cobrança acima do que é obrigação nessa fase de reestruturação do clube, 2012 é o ano para consolidar o recomeço e se afastar do caminho trôpego que trilhou em 2011, onde o risco de rebaixamento ficou novamente evidente no primeiro e no segundo turno. Entre os clubes que passearam ao lado do Bahia ao longo da série B, todos viram, estavam Corinthians e Vasco, que provaram que o fundo do poço pode trazer aprendizados, mas para isso é preciso que a postura da direção seja forte e tenha o objetivo de projetar o Bahia, de fato, entre os maiores. 


Os discursos em torno da venda de Ávine, aliado a falta de ação para a sua valorização como um projeto tricolor, demonstram isso. A gestão do Bahia coloca o clube numa condição menor quando negocia com outros clubes como se eles fossem de fato maiores, sujeitando-se ao jogo de interesses que impõe a supremacia dos clubes do Sudeste e do Sul. Quer ir para a seleção brasileira, Ávine? Então mude de clube. Essa é a mensagem que está mais do que explícita.


O triste fim parece chegar. Ávine vai murchando no Bahia, sem título, sem a valorização merecida, sem uma gestão que cuide do seu crescimento de forma mais ampliada. Ávine, justamente um lateral, dessa vez um lateral esquerdo, que teria potencial para projetar mais um grande lançamento para o mercado do futebol globalizado, onde Daniel Alves virou uma das estrelas maiores e o Bahia ficou apenas com a fama por ter lançado o jogador. Quem ganhou dinheiro, de verdade, foram outros. A história de Ávine segue parecida. Os resultados poderiam ser bem diferentes, mas, ao que parece, daqui a um ano nos daremos conta do tamanho do escorregão que o Bahia está dando.


Leia aqui a reportagem do esporte-IG e tire as suas conclusões.

E a nossa BASE, fica ou não fica?

Por Carlos Lopes - colaborador
18/12/2011



É tudo muito simples, como vimos no jogo contra o Santos na final do mundial de clubes nesse domingo no Japão: basta tocar a bola.

Pois é, simples assim, com toque de bola que garante o domínio do jogo por todo o tempo. Sem a bola, como é que o adversário vai conseguir jogar? Ao mesmo tempo, contrariando essa lógica do "é simples, basta tocar a bola com precisão", depois do jogo entre Santos e Barcelona ouvi alguns amigos dizendo que "não é bem assim não, isso demanda muito investimento, muito treinamento e muitos anos para se chegar na condição técnica que o Barcelona está hoje". E eu, simples assim, como um ignorante desse mundo do futebol que parece se reinventar, insisti em analisar que, antes do Brasil ser campeão em Copa do Mundo, coisas do meu tempo de menino, os Brasileiros assistiam, ou ouviam pelo rádio, a maestria do futebol europeu, que de pé em pé fazia a bola chegar ao gol adversário. Hungria, Suécia, Alemanha, Inglaterra, entre outros, deixavam os brasileiros para trás pela categoria do toque, do simples domínio de bola mesmo sem maiores habilidades ou jogadas espetaculares.

A salvação estava por vir, porém, com o futebol arte, cheio de surpresas introduzidas por um rei de 17 anos, com toques e trocas de passes relâmpagos, além de enigmáticas brincadeiras de um Garrincha aparentemente previsível, porém, surpreendentemente desconsertante. A fórmula brasileira na Copa da Suécia de 1958, além de superar os donos da casa, trouxe a certeza de que o futebol arte superava a lógica simples do toque de pé em pé, que nem sempre garantia chegar ao objetivo do gol. A seleção brasileira, naquele ano, convenceu o mundo com o futebol arte, apoiada em muitos talentos e maestria de um meio campista como Didi.

Valeria hoje perguntar se as comissões técnicas da seleção brasileira, naquela época, considerando também a da Copa de 62, teveram papel preponderante no desafio de superar a hegemonia européia? As respostas podem ser polêmicas e carregadas de interesses condicionados a depender de quem comente. Mas uma coisa é certa: afora o poder econômico do Barcelona, a força e o resultado da estratégia que o faz vencer nos últimos anos, certamente tem o seu antídoto. Em outras palavras, há como neutralizar o seu poder de fogo e inverter a situação. Mas isso custa muito dinheiro, e tempo, dirão alguns. E eu talvez não tenha os argumentos para negar  essa evidência.

E, diante da dificuldade nessa resposta, vou apelar apenas para um detalhe que se viu no jogo de hoje, e que se vê em campo em quase todos os jogos do Barcelona: os jogadores atuam com muita confiança, isso fica claro, com preparo físico, criatividade e senso coletivo. Tudo isso é fundamental, mas podemos observar ainda mais fundo e dizer que os jogadores jogam com aquela vontade de quem disputa um baba (na Bahia), ou uma pelada (no Rio de Janeiro), onde não se pode perder, onde o coração vai para a ponta da chuteira. Em campo, nesse domingo, vimos mais uma vez um Messi que se entrega como um menino apaixonado e, jamais, como um milionário do mundo do esporte, coisa que ele demonstra esquecer por completo enquanto joga. Da mesma forma atua o Daniel Alves e todo o elenco, sinais evidentes de que o trabalho dentro do clube vai muito além de questões técnicas e físicas. 


Tudo isso é somado a um esquema tático que é seguido a risca, com posse da bola garantida por treinamentos rigorosos e seleção de um grupo de primeira linha. Mas a alma do futebol não se resume em posse de bola, que, como disse antes, para ela deve existir antídoto. E um desses antídotos seria a improvável imitação, pelo time adversário, da prática da posse de bola. O Murici, sabendo que seria mesmo impossível imitar essa forma de jogar, consciente de que não poderia igualar-se na super-posse-de-bola justamente porque não foi o que treinou ao longo do ano, convenceu a si mesmo e ao grupo que poderia vencer a partida se utilizando das jogadas talentosas, a exemplo do que vimos no primeiro jogo entre Flamengo e Santos no brasileirão desse ano. Uma diferença, no entanto, pegou Murici e os meninos do Santos com as calças na mão: do outro lado, um Barcelona formado por um grupo com adjetivos que os fazem humildes trabalhadores a serviço do futebol. Fica evidente, no jogo, que os milionários jogadores do Barcelona atuam 99 por cento em cima da vontade e do amor que têm pelo futebol.

Ah! Antes que esqueça: em campo, no Barcelona, estavam 9 jogadores que emergiram da base do próprio clube.

Enquanto isso, nós aqui, torcedores do Bahia, estamos aguardando os dirigentes tricolores dispensarem o nosso maior talento que emergiu da base, Ávine, vendido por algumas merrecas de euros, com a promessa de investimentos em craques dispensados e desencaixados de outros clubes.

Diante dessas estratégias, ou diante da falta de boas estratégias, vamos ver aonde chegamos Bahiacelona !


Saudações Tricolores.

Os talentos nascem na terra do Bahiacelona e de cartolas nanicos

Bahia confirma presença na série-A em 2012 e segue carente de projeto bem definido. Após o clássico  Santos X Bahia, com lembranças históricas e com direito a foto unindo os dois elencos no estádio que foi palco do primeiro título brasileiro, a imprensa esportiva baiana demonstrou unanimidade: reconhecimento ao mérito tricolor por não cair novamente para a B, críticas a uma campanha cujo objetivo foi a luta para não cair e, com ênfase, a conclusão de que a torcida merece uma gestão com objetivos muito maiores  do que apenas voltar a ter títulos baianos.


No discurso de radialistas, palavras de ordem em nome de títulos nacionais e, no mínimo, uma credencial para a Libertadores. Sonhar assim, na verdade, é ter os pés no chão e reconhecer que dirigir o Bahia é respeitar e se dedicar a uma Nação.


Sem mais, resta-nos fechar o ano na confortável situação de permanência na elite e silenciar por um tempo. O que não significa parar de observar a movimentação estratégica dos cartolas que são a "bola da vez", representantes dos mesmos resquícios de históricos "sobe-e-desce" nada condizentes com a verdadeira história do primeiro campeão brasileiro. 


Na brincadeira já somos Bahiacelona, o que  poderia ser pura verdade, a despeito de quem veja nessa alegre comparação uma idiotice de fanáticos ou de apaixonados. Não se pode esquecer, no entanto, que apaixonados e fanáticos existem em qualquer lugar do mundo, até mesmo na Espanha, onde até prova em contrário não nasce nem metade dos talentos futebolísticos que nascem na Bahia.

Dessa vez Joel não vai inventar

Depois da derrota no jogo contra o Palmeiras Joel Santana terminou assumindo a responsabilidade e disse que "arriscou na hora errada". O sítio do futebolinterior.com.br traz um belo resumo do próximo jogo, Santos x Bahia, e informa que, segundo Joel Santana, o Bahia voltará a formação ofensiva do time para esse duelo.

Da parte do torcedor certamente a confiança volta.  Aqui entre colaboradores do AoTriBahia a esperança de alívio nessa penúltima rodada e a confiança em acertos do técnico, coisa que pode levá-lo a ser o comandante em 2012, valorizando de vez essa campanha que deve decolar naturalmente tão logo o Bahia confirme matematicamente o seu futuro na série-A.


Torcedores convocados. É fazer a corrente e dar a força na rede. Faça a campanha decolar! #AoTriBahia.



Os estranhos comportamentos regionalistas, protecionistas e cartolistas

Após fantástico chapéu no primeiro zagueiro, uma SOLADA do Bolívar
 
Ainda que esse artigo comece aparentemente se distanciando do que apresentamos no título, prosseguimos dizendo que a Nação Tricolor se comoveu com o drama do jogador Dodô. Os torcedores viveram o drama do Dodô como sendo um drama do próprio Bahia. Diante do silêncio da grande mídia nacional nas primeiras horas do dia seguinte ao jogo, somente as redes sociais fizeram ecoar o fato e dar a ele a notoriedade merecida. Com duas situações graves inseridas em uma única jogada - onde a imprudência do Bolívar foi premiada pela grosseira interpretação do árbitro Paulo César de Oliveira - a constatação de muitos torcedores foi clara e, imediatamente, multiplicada por jornalistas baianos do meio esportivo: se o Neymar sofresse agressão semelhante o Brasil teria naquela quinta-feira seguinte ao jogo um colapso nas redes sociais. Exageros à parte, é evidente que se fosse com o Neymar, a Imprensa, não somente a esportiva, teria o assunto de maior destaque para o ano de 2011 envolvendo uma celebridade.

"A regra é clara", diria o Arnaldo César Coelho, depois de elogiar a expulsão do Bolívar. "Violência tem que ser coibida de imediato", concluindo a interpretação do lance que, não temos dúvida, teria o pênalti devidamente marcado pelo senhor Paulo César de Oliveira, além de erguer a cartela vermelha na altura do nariz do Bolívar, com autoridade suficiente para caracterizar o respeito que deveria ter ao maior jogador brasileiro na atualidade. E, com esse gesto, não restaria dúvida de que o árbitro estaria se projetando por punir o agressor ao jogador que faz parte da maior estirpe desse momento no futebol mundial. E nós, o que temos com isso "senhor juiz"? Se o seu negócio é apitar conforme o status do jogador, então você não está preparado para o Campeonato Brasileiro.

E por falar em Neymar, que tem admiradores entre todas as torcidas brasileiras, será uma pena não ter Santos X Bahia com a presença do jovem Dodô, que no primeiro encontro em Pituaçu, no primeiro turno do campeonato, começou a mostrar o seu talento e garantir os aplausos e admiração dos torcedores do Bahia. 

Dodô saiu derrotado pela violência e precisará de muito mais do que 6 meses para recuperar a boa forma e chegar ao nível em que estava atualmente. Nos 3 últimos jogos, após essas duas tragédias, numa combinação de violência e de omissão do árbitro, o tricolor baiano sai seriamente prejudicado: sem o pênalti que não foi marcado, elém de perde o jogador que vinha amadurecendo como defensor e apoiador decisivo nos confrontos e encara, ainda, o desequilíbrio tático decorrente dos improvisos no elenco, já tão sofrido com as contusões e desfalques. Muitos desfalques, inclusive, por execesso de rigor nos cartões aplicados a jogadores tricolores (que o diga Souza, que estava ausente justamente no jogo contra o Inter, por expulsão equivocada no jogo anterior).

Ê Bahia, que 2011 sofrido! Fica difícil não ser torcedor reclamão, diante dos estranhos comportamentos regionalistas, protecionistas e cartolistas.

A intensão não era humilhar, mas acontece...

2002
Parque Antártica - Palmeiras 1 X 2 Bahia



1990
Fonte Nova - Bahia 2 X 1 Palmeiras



1988
Fonte Nova - Bahia 1 X 0 Palmeiras - gol de Pereira. Vanucci erradamente o chamou de Bobô.

01/02/1987Gol de Cláudio Adão: Bahia 2x0 Palmeiras




Estamos na rede, mas, com poder ou sem poder? Isso depende de como a utilizamos


O Bahia subiu em 2010 e, depois disso, começou 2011 sem negociar a venda dos seus craques da base, manteve o Ávine e, para surpresa geral, teve recursos para investimentos mais altos, com jogo de cintura para negociar bons contratos principalmente com clubes parceiros. Mesmo com lentidão na tomada de decisões, com o primeiro semestre desorganizado e sem definição do elenco que começaria o Brasileirão, o Bahia trouxe Jobson, Souza, Ricardinho e Carlos Alberto como principais referências, em paralelo, parcerias para manter jovens como Dodô e Lulinha. Como ação complementar deu um tombinho no Ceará, mesmo sem querer atrapalhar o irmão nordestino, trazendo o Júnior e lhe dando a oportunidade de brilhar no clube que foi o seu rival em Salvador. Por fim, o Bahia garantiu o goleiro Marcelo Lomba, mais um novo ídolo na posição em que mantém tradição de projetar grandes profissionais nos últimos anos.

Diante desse histórico, é inegável que entre erros e acertos o Bahia viveu momentos de boas expectativas e chances de estar bem melhor na tabela, condição que seria real caso não tivesse escorregado e desperdiçado uma enxurrada de pontos em Pituaçu, com possibilidades concretas de lutar pela Libetadores. Tudo isso é passado, mas servirá de lição para os gestores. Competentes ou não, na diretoria ou na gestão técnica de futebol, entre experientes e novatos, eles viveram momentos em que não tiveram a pegada certa para controlar situações que levariam ao melhor equilíbrio e desempenho em campo. O que se viu, muitas vezes, foi um elenco descontrolado emocionalmente em muitos momentos em que jogava em casa e entregando o jogo com sequência de empates jamais imaginados pelo torcedor.

E foram esses mesmos fiéis torcedores que proporcionaram, junto com o esforço dos jogadores em campo, momentos brilhantes até mesmo fora de casa o Bahia, onde conquistou pontos importantes e com boa presença na arquibancada. Festa que começou no Rio e no Paraná, atropelo no Flamengo e, mais recentemente, com a vitória em cima do Atlético, em Goiás. Aliado a pontos importantes conquistados fora de casa, Pituaçu voltou a ferver e garantir conquistas junto com o bom futebol, como no incontestável triunfo em cima São Paulo, num 4 a 3 de virada para consolidar ainda mais a supremacia histórica do Bahia no clássico dos tricolores.

Por tudo isso o Bahia tem a chance nesse domingo de alegrar de vez os seus blogueiros, tuiteiros e, efetivamente, todos os seus apaixonados torcedores. Na rua, no estádio, nas redes, estão todos convocados a exaltar e vibrar, exercendo o papel que tem sido determinante para recolocar o Bahia no caminho que merece.

AoTriBahia, assim como os tradicionais sites extra-oficiais, é mais um veículo na rede para estimular a participação organizada do torcedor, colocando à sua disposição os meios para se posicionar e não permitir, jamais, que o clube volte a se afastar dos seus objetivos, das suas conquistas e glórias. Para isso devemos exigir dos dirigentes planejamento, organização, seriedade, transparência, e democracia, entre tantas outras ações que são atributos obrigatórios para aqueles que se propõem a dirigir um clube cujo patrimônio e história foram construídos em consequência do grande apoio dos torcedores ao longo da sua história. Usem os bons recursos que temos em nossas mãos, divulguem as publicações que agregam valor no twitter e em todas as redes sociais. Estas ações certamente estarão qualificando ainda mais a participação dos torcedores tricolores. Comemorem, se emocionem e, ao mesmo tempo, mantenham os pés no chão nos momentos de entusiasmo, sem permitir, porém, que esse entusiasmo seja manipulado e facilite manobras que venham a prejudicar a formação de um elenco mais forte e preparado para grandes conquistas.

Nesse momento, em que o Bahia se prepara para carimbar o passaporte para a participação na série-A do Campeonato Brasileiro em 2012, devemos comemorar e, ao mesmo tempo, permanecermos atentos, exigindo desde já que os planejamentos tão prometidos, além de tantas ações de infraestrutura, de transparência, estatuto e participação de associads (inclusive com a sua ampliação) sejam fatos concretos para essa virada de 2011 para 2012.

Sigam @AoTriBahia - Divulguem RT - participem, conduzam. Afinal, a campanha é sua torcedor!


Saudações Tricolores
AoTriBahia




A bola é do Dodô

Além do Dodô conduzir a jogada, no momento da dividida, a bola é muito mais dele. Afirmar o contrário, diante das imagens, ... não tem como...


AoTriTiraTeima

3 milhões de euros, isso é muito?

Ávine por 3 milhões de euros é um bom negócio para o Bahia? Se é, então, o que dizer de investimentos feitos em alguns jogadores com idade mais avançada? Afinal, existe contrato de jogador, para a temporada 2011, com custo equivalente ou muito maior do que a receita que entraria nos cofres com a venda de Ávine. 


Difícil compreender o entusiasmo da direção do Bahia, e também de profissionais da Imprensa Esportiva, quando se fala que a negociação prevista é "coisa normal no futebol". Distâncias à parte, entre fatos diferentes,   inclusive nas proporções: por que se valorizou tanto o esforço do Santos em manter Neymar, cujo valor no mercado internacional daria ao Santos a possibilidade de uma mega negociação, que garantiria receita para manter o clube por uma temporada inteira?


Respostas difíceis, ou "convicções equivocadas", seja qual for a conclusão, fica no ar a tradicional contradição ou o interesse que vai de encontro para bater de frente com a lógica. O Bahia venderia Ávine por 3 milhões e teria direito a 50% da negociação, depois, continuaria a investir mais ou menos 3 milhões por cada uma das velhas estrelas disponíveis no mercado nacional.


Diante de uma aritmética que nos parece desvantajosa, resta imaginar que seja o Ávine que tem interesse em deixar o Bahia para viver outras experiências na sua carreira. Ainda assim, questionamos, não seria o momento de valorizar o jogador como "elite" do elenco tricolor? E, para encerrar essa etapa do nosso entendimento, uma pena que o Bahia não prepara os jogadores da base para se tornarem maduros e crescerem aqui mesmo. Já que o Santos pode fazer isso, cercando o Neymar com contratos especiais e todo o tipo de assessoria técnica, educacional, marketing e emocional, entre outros, por que o primeiro campeão brasileiro não pode?

A Dois Passos do Paraíso

Na história do Nikão, humildade, gratidão, paciência, expectativas e, também, quase frustração. Para alívio, no entanto, um final feliz se anuncia para o ano de 2011, pois parece se desenhar a tão esperada alavancada na sua carreira. O seu destaque no jogo contra o São Paulo, ainda que somado aos episódios anteriores, com temporadas sempre relâmpagos por tantos clubes e destaque até no maior rival soteropolitano, podem render a ele, no Bahia, o tão merecido reconhecimento ao talento. Afinal, mais do que potencial para ser craque, depois desse jogo, Nikão é o cara.

E foi justamente no dia em que ganhou destaque na Folha de São Paulo, num prenúncio ou ironia do que aconteceria com o Maradona Negro contra o tricolor paulista, que Nikão fez brilhar a sua estrela. Ele entrou em campo após os 20 minutos do segundo tempo para mudar a história do jogo. Começar a jogar no momento em que o Bahia perdia por 3 a 1 foi para Nikão a oportunidade de se desfazer dos seus percalços, daqueles traumas que mais pareciam lhe "arremessa para baixo" nos momentos em que mais precisava de força e de superação. Era também a chance para ganhar de vez a confiança do torcedor do Bahia.

Devemos lembrar, no entanto, que Nikão é um jovem de apenas 19 anos e que mal teve tempo para levar fama de anti-herói. O que pesa na cobrança, certamente, é o fato da precocidade da sua carreira, do quão cedo ele passou pelo Palmeiras, Santos, Atlético Mineiro, Vitória e Bahia, além de clubes estrangeiros  (CSKA, da Rússia, PSV, da Holanda, e um time da Arábia Saudita).

Eis que, agora, na série-A do Brasileirão, ainda que na reta final, Nikão encontrou-se com a chance de ouro, cara a cara, e pode dobrar uma nova esquina e vislumbrar uma paisagem diferente de todas que viu antes. Como poderíamos dizer, parafrasiando a música da Blitz (agora dedicada ao jogador de futebol que desde cedo viveu "longe de casa") e destacando a blitz tricolor naqueles minutos finais sobre o São Paulo, com virada histórica num Pituaçu lotado, canta Nikão: "ESTOU A DOIS PASSOS DO PARAÍSO...".


Ávine, esporte-clube-emoção-bahia

Ávine, esporte-clube-emoção-bahia, voltou por apenas poucos minutos com o seu futebol contagiante depois de ficar afastado por contusão ... E, como não foge à regra, entrou em campo para ajudar o Bahia com todas as suas forças. O resultado de tamanha determinação, lamentavelmente não foi dos melhores: mais uma contusão após poucos minutos em campo. - Aconteceu no segundo tempo, já próximo do final do jogo contra o Vasco, quando logo após ser substituído foi buscar bola "impossível" e quase perdida, obrigando o defensor vascaíno a praticar falta dura. A contusão, de cara, afasta o jogador por pelo menos 2 jogos.

Triste histórico, inclusive porque Ávine é o jogador que mais mereceria brilhar no Brasileirão jogando pelo Bahia, não fosse 2011 marcado por contusões. Resta a esperança de que, contrariando interesses empresariais e a aceitação passiva da imprensa esportiva baiana, ele não seja utilizado como moeda de troca para a próxima temporada, desvalorizando o histórico da base tricolor e com aposta incertas em "investimentos  futuros" com renovações do Centro de Treinamento e promessa de novos talentos.

crença num clube que sonhe, se planeje, se organize, e aja...


Protestos válidos do Joel, já que alguns críticos arranharam os seus ouvidos depois do empate contra o Cruzeiro, com insinuações de que o Bahia teve sorte em empatar, sobre vantagem que seria "azul e branca". Observamos que muitos parecem esquecer que foi o Joel Santana quem estava presente nos melhores momentos deles no campeonato. Com avaliação obvia, Joel esteve no comando durante as 8 vitórias da raposa no campeonato, diga-se, os únicos momentos de 100% de aproveitamento nos 90 minutos de jogo. Mas, agora passado, o Bahia tem pela frente o Coritiba, com chances de dar um passo mais expressivo e partir para consolidar a Sulamericana. Gostem, ou não, os do Sudeste que não aprenderam ainda a admirar e respeitar o Esporte Clube Bahia, voltamos para ficar e continuar a fazer história no futebol nacional.


Para esse domingo, seja combatendo o entrosamento do Coritiba, atropelando o derrotado que acabou de consagrar o Fred do Fluminense (3 a zero no Engenhão e quarto lugar na artilharia), ou azarando o lançamento do novo uniforme deles; macular a fama de clube que tem no Guinneess o registro de clube com maior número de sequência de vitórias. E, também, motivos para tirar a sorte do clube que nesse domingo entrará em campo sem os seus tradicionais mascotinhos verde e branco. Sorte para o Bahia, ou o contrário para eles, vamos mostrar lá que o Bahia é, mais do que visitante indigesto, uma equipe criativa, ousada, técnica e contundente, do Marcelo Lomba ao Souza.

Enquanto presidente e diretoria, "Papai Joel e cia" lutam para garantir os resultados que levarão o Bahia a respirar mais tranquilo na reta final desse campeonato, por aqui ficamos e observamos, com esperança de um 2012  que fará renascer um Bahia ainda mais forte, para chegar entre os 4 da série-A do próximo ano, e crença cada vez maior num clube que sonhe, se planeje, se organize, e aja, com objetivos concretos para o TRI.

Ao tRi BaHiA

Participem, multipliquem, divulguem !

Repórter, Emoção e Gol !


@FrankCunhaBBMP, ainda não temos o nome do torcedor-reporter-fotográfico, agora símbolo da paixão da Torcida do Bahia em mais essa histórica virada - Bahia 3 X 2 Avaí -, mas queremos homenageá-lo, com a certeza de que, qualquer que seja o jornal ou veículo de comunicação em que trabalha, ele ajudou muito. Ajudou, na verdade, toda a Imprensa Baiana, com a sua energia de vibrante torcedor, extravasando alegria em mais um dia especial, onde o Estádio de Pituaçu também entra no rol dos espaços de superação mágica do  Esquadrão de Aço. No dia em que a "estreLoel" (estrela do papai Joel Santana) brilhou, mesmo depois de uma escalação que estava mais para "Joel Sem Antena", mas que, por fim, resultou nessa sequência de 7 fotos, que recortamos aqui para coroar o encerramento de uma semana literalmente cinematográfica para a Nação Tricolor. Se, por alguns segundos, o repórter deixou de atuar da forma previsível, ele tornou-se um símbolo do significado da essência do futebol: pura EMOÇÃO. 



 Franklin 

Qria saber o nome daqle reporter fotográfico q vibrou no 3º gol Ficou massa o vídeo   







gol do meu Bahia Pooooorrrrrraaaaa!!!!!





 ... não deu pra segurar, cara .... é muita emoção!








 ... e deixar de gritar: gooooollllllll !



Ufa !





....  ! @ ? # & 









Ops! ... Cadê o Lulinha ?




 Bahea_Noticias 

No terceiro gol do Bahia aquele fotógrafo comemorando o goljunto com os jogadores foi uma viagem, largou o doce Bora Bahêa Minha Porra kkkk
»
 J.B. Telles 

No terceiro gol do Bahia, um fotógrafo optou por torcer a fotografar. Não pode. A lei proíbe entrevistar jogador expulso mas quem respeita ?
 Fábio Arcanjo 

Dá um saque no vídeo do gol de Lulinha, na hora da comemoração, vê o fotógrafo lá no fundo hahahahaha 
 Geraldo Bubniak 

Fotografo baiano comemora o gol e esquece de tirar as fotos na virada do Bahia para cima do Avaí. Tsc tsc tsc