Na história do Nikão, humildade, gratidão, paciência, expectativas e, também, quase frustração. Para alívio, no entanto, um final feliz se anuncia para o ano de 2011, pois parece se desenhar a tão esperada alavancada na sua carreira. O seu destaque no jogo contra o São Paulo, ainda que somado aos episódios anteriores, com temporadas sempre relâmpagos por tantos clubes e destaque até no maior rival soteropolitano, podem render a ele, no Bahia, o tão merecido reconhecimento ao talento. Afinal, mais do que potencial para ser craque, depois desse jogo, Nikão é o cara.
E foi justamente no dia em que ganhou destaque na Folha de São Paulo, num prenúncio ou ironia do que aconteceria com o Maradona Negro contra o tricolor paulista, que Nikão fez brilhar a sua estrela. Ele entrou em campo após os 20 minutos do segundo tempo para mudar a história do jogo. Começar a jogar no momento em que o Bahia perdia por 3 a 1 foi para Nikão a oportunidade de se desfazer dos seus percalços, daqueles traumas que mais pareciam lhe "arremessa para baixo" nos momentos em que mais precisava de força e de superação. Era também a chance para ganhar de vez a confiança do torcedor do Bahia.
Devemos lembrar, no entanto, que Nikão é um jovem de apenas 19 anos e que mal teve tempo para levar fama de anti-herói. O que pesa na cobrança, certamente, é o fato da precocidade da sua carreira, do quão cedo ele passou pelo Palmeiras, Santos, Atlético Mineiro, Vitória e Bahia, além de clubes estrangeiros (CSKA, da Rússia, PSV, da Holanda, e um time da Arábia Saudita).
Devemos lembrar, no entanto, que Nikão é um jovem de apenas 19 anos e que mal teve tempo para levar fama de anti-herói. O que pesa na cobrança, certamente, é o fato da precocidade da sua carreira, do quão cedo ele passou pelo Palmeiras, Santos, Atlético Mineiro, Vitória e Bahia, além de clubes estrangeiros (CSKA, da Rússia, PSV, da Holanda, e um time da Arábia Saudita).
Eis que, agora, na série-A do Brasileirão, ainda que na reta final, Nikão encontrou-se com a chance de ouro, cara a cara, e pode dobrar uma nova esquina e vislumbrar uma paisagem diferente de todas que viu antes. Como poderíamos dizer, parafrasiando a música da Blitz (agora dedicada ao jogador de futebol que desde cedo viveu "longe de casa") e destacando a blitz tricolor naqueles minutos finais sobre o São Paulo, com virada histórica num Pituaçu lotado, canta Nikão: "ESTOU A DOIS PASSOS DO PARAÍSO...".
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