Após fantástico chapéu no primeiro zagueiro, uma SOLADA do Bolívar
"A regra é clara", diria o Arnaldo César Coelho, depois de elogiar a expulsão do Bolívar. "Violência tem que ser coibida de imediato", concluindo a interpretação do lance que, não temos dúvida, teria o pênalti devidamente marcado pelo senhor Paulo César de Oliveira, além de erguer a cartela vermelha na altura do nariz do Bolívar, com autoridade suficiente para caracterizar o respeito que deveria ter ao maior jogador brasileiro na atualidade. E, com esse gesto, não restaria dúvida de que o árbitro estaria se projetando por punir o agressor ao jogador que faz parte da maior estirpe desse momento no futebol mundial. E nós, o que temos com isso "senhor juiz"? Se o seu negócio é apitar conforme o status do jogador, então você não está preparado para o Campeonato Brasileiro.
E por falar em Neymar, que tem admiradores entre todas as torcidas brasileiras, será uma pena não ter Santos X Bahia com a presença do jovem Dodô, que no primeiro encontro em Pituaçu, no primeiro turno do campeonato, começou a mostrar o seu talento e garantir os aplausos e admiração dos torcedores do Bahia.
Dodô saiu derrotado pela violência e precisará de muito mais do que 6 meses para recuperar a boa forma e chegar ao nível em que estava atualmente. Nos 3 últimos jogos, após essas duas tragédias, numa combinação de violência e de omissão do árbitro, o tricolor baiano sai seriamente prejudicado: sem o pênalti que não foi marcado, elém de perde o jogador que vinha amadurecendo como defensor e apoiador decisivo nos confrontos e encara, ainda, o desequilíbrio tático decorrente dos improvisos no elenco, já tão sofrido com as contusões e desfalques. Muitos desfalques, inclusive, por execesso de rigor nos cartões aplicados a jogadores tricolores (que o diga Souza, que estava ausente justamente no jogo contra o Inter, por expulsão equivocada no jogo anterior).

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