A Hashtag "#AgoraEuVou", por que não, dentro do Hino do Bahia?


#DesabaGuimarães

Ainda que o perigo ronde, considerando que as apelações jurídicas são sempre possíveis, a Nação Tricolor espera que esse momento marque para sempre a história do E.C.Bahia e que leve a uma transição pacífica e consolidada. Tudo isso pode conduzir o clube de maior expressão no Nordeste na retomada de posição, como mandatório de grande respeito na sua casa, a eterna, a antiga e a atual, Arena Fonte Nova. Há muito para se corrigir e avançar, diante dos atrasos decorrentes de gestões que deploraram o patrimônio do Esporte Clube Bahia, porém, o ânimo coletivo haverá de se traduzir nas ações daqueles que assumirem o papel de reorganização do verdadeiro Bahia da Torcida.

Como num dia de conquista nacional, a queda dos Guimarães simboliza o sonho de liberdade e, para um clube que tem um dos mais fabulosos hinos, é hora de marcar presença no estádio e cantar o significado desse momento. Em tempos de hashtag, ou uma palavra chave que sintetiza uma emoção, se associe, marque presença e cante o hino na Arena Fonte Nova: #AgoraEuVou.

Somos da turma tricolor
#AgoraEuVou
Somos a voz do campeão
#AgoraEuVou
Somos do povo o clamor
#AgoraEuVou
Ninguém nos vence em vibração
#AgoraEuVou
Vamos avante esquadrão
#AgoraEuVou
Vamos, serás o vencedor
#AgoraEuVou
Vamos conquistar mais um tento
Bahia, Bahia, Bahia
Ouve essa voz que é teu alhento
Bahia, Bahia, Bahia
Mais um, mais um Bahia
Mais um, mais um título de glória
Mais um, mais um Bahia
É assim que se resume a sua história
#AgoraEuVou

À espera de um milagre


A saída dos guimarães está praticamente anunciada. O que mais é preciso ser feito para acontecer esse milagre?



Sardinhas, de verdade, nos tornaram, como torcedores

* Carta aberta à NAÇÃO TRICOLOR * Em 23/04/2013

Dúvidas, não temos, sardinhas nos tornamos, quando aplaudimos qualquer sinal de aparente melhora nesse "arrastado bahia esporte clube". E, se alguns ainda têm dúvida, devem fazer parte daquele grupo de torcedores que no início de 2012 gritaram pela "volta do meu (la eles) presida", que estava afastado por ordem da Justiça. O período, todos lembram, durou quase uma semana no começo da temporada 2012, foi o suficiente para o presidente tuiteiro apelar desesperadamente ao apoio  dos torcedores dispostos a levar tudo na base da emoção e da crença de que um bom clube, ou qualquer organização, precisa de "salvadores da pátria".

Pois é, fiquem atentos, certamente trata-se da mesma classe de emoção que iludiu os torcedores do Bahia no dia daquela virada sobre o São Paulo em Pituaçu, coisa que parecia, mais, um presente de Papai Noel do que um presente de Papai Joel. Acreditar naquele Bahia que encerrou o ano de 2011 se esforçando para não cair para a série-B, e iniciar 2012, mais um ano, sem planejamento, significou para muitos, infelizmente, apostar no seu presidente. Aquele mesmo presidente que, no desespero se pendurou no twitter para pedir socorro aos torcedores, diante do seu afastamento pelas vias da Justiça. E o apoio, surpreendentemente, veio, o presidente voltou ao poder em uma semana, sob aplausos aparentemente da grande maioria dos torcedores, muitos que bradavam que teríamos um BaVi acéfalo naquela semana, com o Bahia sem o seu presidente.

Mas a resposta está aí: certamente seria melhor encarar o tal BaVi acéfalo no início de 2012 e deixar o tal presidente se virar sozinho. Ainda que toda essa análise seja simbólica, já que provavelmente o tal presidente  daria lá o jeito dele para se manter no poder, mesmo que sozinho e penando um pouco mais. Triste é percebe, porém, que a maioria acreditou, apostou que seria melhor permanecer na ilusão de que o Esporte Clube Bahia ainda precisava, mais, de um "salvador da pátria" (ainda que, de mentirinha), do que tratar das feridas que estão abertas há pelo menos duas décadas.

Pois é, o Bahia segue com as feridas abertas, desde que o mesmo grupo vem dominando e tratando o Clube como se esse lhes pertencesse. Repetir inverdades e absurdos, e persistir nessa repetição, essa é a estratégia do presidente. Assim como afirmou no momento do retorno para a série-A, ele, o presidente, vem tentando iludir o torcedor, com a afirmação de que reconstruiu o Bahia e o trouxe de volta. Só esquece de dizer, no entanto, que o seu próprio pai, junto com os amigos de sempre, afundaram o Bahia para a série-C. 

O Bahia é um grande clube. A história, a Fonte Nova, as conquistas, seus jogadores que fizeram história, confirmam isso. A gestão, no entanto, é de time pequeno, tão pequeno quanto o presidente. Ele, que se faz, assim, tão pequeno, nem merece que citemos o seu nome. Ele, pequeno, e filho da gestão que afundou o Bahia, anda escondido das redes sociais. O espaço que tanto utilizava nos falsos momentos de glória, quando o clube conseguia dar uma respirada com a cabeça fora d'água e, logo em seguida, desabava novamente sob as vaias da torcida. 

Numa sociedade que precisa de muitos acertos e menos politicagem, o futebol, como grande paixão, poderia ser um alento, com mais respeito aos apreciadores. Ao contrário, os torcedores do Bahia seguem a mercê da sorte, onde as glórias podem reaparecer ao caso, ao contrário das derrocadas, que são cultivadas no dia-a-dia pelos próprios dirigentes.  

Para encerrar, diante da lucidez que felizmente se apresenta agora para a maioria, pedimos licença para manchar esse manifesto, colocando, no seu devido tamanho, as iniciais que desonram as glórias tricolores e que estão no topo das manifestações da sua torcida: FORA mgf !!!.

Emperra daqui, emperra de lá. A boa e má política, de sempre.

Em 12/01/2013

Se, de um lado, observamos o Serviço Público, seja estadual ou municipal, emperrado pelo domínio dos políticos que se infiltram nas instituições públicas, a história é a mesma no futebol baiano. Não bastassem os domínios da família Guimarães e de outras que já passaram pelo poder, todas com interesses eleitorais e métodos obscuros com os orçamentos do clube, a grande interferência dos políticos atrapalha e os faz desviar das suas responsabilidades (ou seriam irresponsabilidades) sociais.

Confiram o que o ecbahia.com reproduz, na nota abaixo que foi publicada pelo jornalista Jairo Costa Júnior no jornal Correio*:

"A Caixa está a um passo muito curto de assinar contrato de patrocínio com o Bahia e o Vitória para 2013, assunto noticiado anteontem pela coluna. Mas para o acordo ser fechado resta resolver o único conflito em torno dele: quem será o pai oficial da criança.
De um lado, está o governo do estado, que cobra para si a fatura pelo avanço das conversas. Do outro, o vice-presidente de Pessoa Jurídica do banco e cardeal do PMDB baiano, Geddel Vieira Lima, apontado nos ninhos da cartolagem como o responsável por colocar tricolores e rubro-negros na linha de frente do negócio. E, entre ambos, o saldo político para 2014, ano em que o futebol será vitrine de luxo.
Até os 45 do segundo tempo, os dois clubes manterão espaço aberto em seus uniformes para receber a nova marca, cuja visibilidade será menor que a da dona da cota máster, a construtora OAS".

Talisca neles!

Em mais um caso de polêmica, onde a propagação nas redes têm feito a diferença, a diretoria do Esporte Clube Bahia parece se antecipar, já calejada pelas pancadas sofridas diante de negociações anteriores, quando deixou escapar jogadores por diferentes motivos, entre eles a pressão do empresariado do futebol e a lentidão dos dirigentes tricolores quando o assunto é "investir e valorizar atletas da base".

Dessa vez, com postura diferenciada, eles tentam esclarecer e contornar a situação segurando o Talisca nos domínios tricolores. Será? O histórico do clube não agrada os torcedores mais atentos, porém, ao menos, assim anunciam os dirigentes, diante de nota oficial do clube:

"Caro Torcedor Tricolor,

O Esporte Clube Bahia vem a publico esclarecer sobre a renovação de contrato do atleta Anderson Talisca.

O Bahia e a empresa Bahia Soccer, representada pelos procuradores Reginaldo e Rivelino reuniram-se para tratar da renovação do jogador Anderson Talisca. Depois de alguns ajustes na proposta, a negociação ficou praticamente concluída.
Para surpresa do Bahia, em uma nova reunião, o jogador informou que a Bahiasoccer não mais o representava e quem passaria a cuidar da sua carreira seria sua mãe.
O Bahia convocou a mãe e o advogado do jogador para retomar a negociação, em uma reunião que seus novos representantes disseram que tinham uma outra proposta.
O Tricolor apresentou uma contra proposta, que atendia 95% do que havia sido pedido pelo atleta e pode ser considerada “histórica”, para qualquer atleta formado na base de qualquer clube do Brasil.
Por respeito ao jogador e visando preservar a segurança do mesmo e da sua família, o clube não revelará os valores, por enquanto.
Até o momento, a diretoria do Esporte Clube Bahia está aguardando a resposta do jogador e de seus procuradores, sempre confiando na intenção do jovem atleta de permanecer no clube que o formou, vontade que vinha sendo manifestada pelo mesmo no Fazendão e até em entrevista.
O Bahia foi pego de surpresa com possíveis declarações atribuídas a Anderson Talisca em redes sociais, afirmando que não mais pretende jogar no Tricolor, o que seria uma prova de inconstância e influência externa que parece estar sofrendo.
Além do mais, o Bahia lamenta profundamente pelos termos jocosos utilizados pelo jogador em relação ao clube que tanto investiu em todos os sentidos na carreira deste atleta desde 2009.
Torcemos muito para que o desfecho desse caso seja positivo,diferentemente do que aconteceu com o atleta Mansur e até aqui, também com o jogador Vander, curiosamente representados pelos mesmos novos procuradores de Talisca, que são os Srs. Sandro, Bobô e Gessé.".

Conforme exibido na página oficial - http://www.amordeaco.com.br/2012/10/caso-talisca-bahia-esclarece-situacao.html

Jones, o superador de obstáculos / Torcedor, aprendiz de humildade / Salve Jorge!

Por: C. da Silva LopesEm 25/09/2012

Com estiramento, grau 1, o atleta Jones, que até poucas semanas ainda era rechaçado quase por unanimidade pelos torcedores e pelos profissionais da imprensa, vive momento bem diferente, com lamentações e receios pela sua ausência nos próximos 2 jogos, no mínimo.

Nada como um dia após o outro, é o que se vê no caso desse jogador de futebol. Tolerância é pouco para descrever o que ele precisou superar. Com mais de um ano no clube, o brasileiríssimo Jones da Silva Lopes contou com o apoio de todos os técnicos que passaram pelo esquadrão de aço, que insistiam em contrariar ruídos, vaias e todo tipo de desqualificações atribuídas ao Jones, em nível absurdo, pode-se dizer, para quem acredita que, dentro de campo, a confiança e o apoio fazem a diferença absoluta nos resultados.

Já é prática, todos sabem, que a aparente unanimidade da platéia tira conclusões muito rápidas sobre o talento ou ruindade de um jogador. O quanto essa conclusão rápida atrapalha, sabemos, não é pouco e o torcedor paga o preço pelo próprio imbróglio que cria na cabeça do atleta. Se pensar bem, ainda que existam casos de teimosia de um ou outro técnico, verá facilmente que a tal unanimidade "nelsonrodriguiana" tem marca registrada nas últimas duas décadas entre a Velha Fonte e o Moderninho Pituaço. Comparações extremas nos levariam a mostrar que nos achamos no direito até de depredar estádio quando o clube sobe da série-c para a série-b. Onde um fato, assim, é admissível, qualquer outro, também, será. Essa comparação, evidentemente, não é lá muito justa (apenas uma minoria fez besteira naquele último jogo da velha Fonte), mas vale para lembrar que: o mesmo torcedor que depreda estádio pode ser aquele que vaia atletas de 18, 19 ou 20 anos por errar um passe na sua estréia.

Enfim, ficaremos por aqui, já que o principal objetivo desse artigo já se cumpriu: o de questionar a nossa própria humildade, como torcedores, com o nosso papel de criticar e de apoiar. A crítica, no entanto, precisa atingir principalmente aqueles que dirigem. Esses, sim, precisam fazer as estrelas do futebol brilharem, como foi antigamente, dentro de campo. Aproveitando para fechar com uma tacada mais inteligente, que saiam de cena os dirigentes, para que brilhem os talentos dos atletas. 

Mas, ao mesmo tempo, vale aqui também um retoque de contradição final: Salve Jorge!

SHOWza, acima de qualquer vexame

Dar voz à qualquer suspeita de má conduta do artilheiro é uma coisa que deve passar longe dos dedicados compatriotas tricolores, sejam eles comandantes, funcionários de apoio ou da área técnica, ou, simplesmente, torcedores que fazem parte da grande nação, na Bahia, no Brasil e, porque não dizer, mundo afora.

Afora, mesmo, interesses e notícias que fazem os negócios aumentarem para os veículos de comunicação, pesa sobre o atleta e sobre o clube o efeito negativo que, no momento, ajuda apenas os adversários. Diante de tudo isso, nos resta a consciência de que Souza já teve no Bahia os seus momentos de maiores dificuldades, felizmente superadas e, temos a lembrança clara, naquela fase ele esteve centrado num único objetivo: dar a volta por cima e mostrar bons resultados dentro de campo.

Dito isso, vale ser objetivo e direto, transmitindo ao querido atleta Souza, artilheiro e ídolo do Bahia, toda a força e confiança que a grande torcida tricolor pode dar. E para enaltecê-lo e levar paz e força nesse momento, vamos ao principal: Souza é exemplo e tem no seu currículo, nesse segundo ano defendendo o Esquadrão de Aço, uma história repleta de glórias pelos bons momentos de artilharia, comprometimento e solidariedade para com os colegas de trabalho, realçados por uma postura irretocável de humildade e de respeito ao torcedor. Não é à toa que é chamado de Showza e, assim, podemos continuar a chamá-lo, sem medo de transbordar para o ego o que, na maioria das vezes, infla o suficiente para deslocar o atleta da realidade.

Souza: sua história é muito maior do que qualquer suspeita de vexame e, não temos dúvida, daqui para a frente as dificuldades do momento serão apenas uma lembrança de um fato que passou, sem deixar sequelas para a sua carreira de glórias.

Saudações #Trishowzcolores

O jogador, a gestão e a moeda

Publicado em 04/09/2012

Gabriel é Nosso!

Foto: Divulgação/Ecbahia

Só mesmo a cara-de-pau de gestores com estilo de "políticos negociadores", e longe do que seria futebol-com-gestão-de-campeão, para justificar o discurso que mais uma vez já indica o interesse na venda de um importante atleta revelado pelo Esporte Clube Bahia, dessa vez, o Gabriel. Evidentemente que qualquer atleta é passível de negociação, mas, o que incomoda o torcedor e que o faz desrespeitado é o não reconhecimento da sua opinião.

Carência é a cara do torcedor do Bahia, que tem que lutar para ser ouvido naquilo que é trivial: o torcedor quer ver a base do clube permanecer e fazer história. A diretoria, encabeçada pelo presidente, no entanto, insiste num discurso que diminui o Esporte Clube Bahia. O mesmo clube que traz jogadores mais velhos e caros, sem planejamento prévio, não investe na base de modo consistente. Jogadores se destacam e não são valorizados de imediato, aqui mesmo. Pelo contrário, na visão nada profissional dos dirigentes, os jovens somente podem ser valorizados por empresários que ofereçam as revelações para outros clubes, em negócios seguramente "calcificados" e que determinam o engessamento de qualquer projeto sério nos bastidores do "Esquadrão de aço". O aço, aqui, vai intencionalmente em minúsculo, para enfatizar a consequência de uma gestão que tanto se empolga por ter cumprido a dolorosa missão do retorno do Bahia para a série-A, a duras penas depois de mais de 7 anos, e de choramingar um título estadual mais uma vez raspado no fundo do tacho, quase na rebarba.

É fato. E é bom recordar que após o título baiano o discurso anunciava acomodação, ou melhor, não anunciava reforços, pois falava-se em realidade econômica que justificaria encarar o Campeonato Brasileiro desse ano apenas com os reforços que haviam sido feitos em 2011 e no primeiro semestre de 2012. A surpresa, para aqueles que se negam a planejar, logo veio: o Brasileirão teve início com o tricolor sem chão, estabanado logo nas primeiras rodadas, sem lideranças dentro do campo. Sobrou, claro, para o técnico Falcão. Faz parte, ou, assim fazem, os dirigentes. Mas, os torcedores já sabiam e já bradavam juntamente com a Imprensa Esportiva - eram necessários reforços, muitos reforços, diante da falta de planejamento e estratégias em torno da base -. Foi assim, nesse contexto, que o dinheiro apareceu, novamente sem explicação (o clube ainda não prestou conta relativa a receitas X despesas de 2011) e viabilizou, mais uma vez no desespero, a vinda de jogadores que tendem a sobrar no mercado, vítimas da quilometragem rodada, da queda de rendimento por conta da idade, ou recuperados de lesões e ainda os que retornam ao Brasil porque já não interessam ao mercado internacional do futebol. Mas, será que significariam, de fato, reforços?

E os torcedores, ainda que não precisem ser especialistas, brigam novamente para dizer o obvio para a diretoria. Assim como na virada 2011-2012, quando a determinação do clube era entregar Ávine. Esse, por conta das lesões, não rendeu em 2012 dentro da expectativa da nação. Obras do acaso. Sobre a diretoria ficaria no ar a dúvida, o esclarecimento, inclusive ético, dos motivos de tentar jogá-lo no mercado por valores questionáveis. Teriam os dirigentes a certeza de que Ávine não estaria recuperado para ajudar o Bahia em 2012? Qualquer que seja a resposta, de fato, o questionamento é oportuno e deixa a diretoria vulnerável.

Agora, a vez do Gabriel. Esse, também vítima do discurso que parece interessado em transformar o seu talento em "cifras precipitadas" para os modestos anseios dos dirigentes tricolores, com entendimentos equivocados. Será que ainda é cedo para afirmar que temos um jovem craque no elenco? A resposta, para nós, é objetiva: mais do que craque, temos um jovem que mostra maturidade e compromisso, inclusive ético, maiores do que tudo que o clube se propõe a lhe oferecer. Será que precisaremos disparar nova campanha, ou até já passou da hora, de dizermos em alto e bom som que Gabriel faz parte do que temos de melhor e que, do Bahia, se ele houver de sair, será após colecionar títulos e glórias? Enfim, que se diga: acorda, diretoria tricolor!