Em 12/01/2013
Se, de um lado, observamos o Serviço Público, seja estadual ou municipal, emperrado pelo domínio dos políticos que se infiltram nas instituições públicas, a história é a mesma no futebol baiano. Não bastassem os domínios da família Guimarães e de outras que já passaram pelo poder, todas com interesses eleitorais e métodos obscuros com os orçamentos do clube, a grande interferência dos políticos atrapalha e os faz desviar das suas responsabilidades (ou seriam irresponsabilidades) sociais.
Confiram o que o ecbahia.com reproduz, na nota abaixo que foi publicada pelo jornalista Jairo Costa Júnior no jornal Correio*:
"A Caixa está a um passo muito curto de assinar contrato de patrocínio com o Bahia e o Vitória para 2013, assunto noticiado anteontem pela coluna. Mas para o acordo ser fechado resta resolver o único conflito em torno dele: quem será o pai oficial da criança.
Se, de um lado, observamos o Serviço Público, seja estadual ou municipal, emperrado pelo domínio dos políticos que se infiltram nas instituições públicas, a história é a mesma no futebol baiano. Não bastassem os domínios da família Guimarães e de outras que já passaram pelo poder, todas com interesses eleitorais e métodos obscuros com os orçamentos do clube, a grande interferência dos políticos atrapalha e os faz desviar das suas responsabilidades (ou seriam irresponsabilidades) sociais.
Confiram o que o ecbahia.com reproduz, na nota abaixo que foi publicada pelo jornalista Jairo Costa Júnior no jornal Correio*:
"A Caixa está a um passo muito curto de assinar contrato de patrocínio com o Bahia e o Vitória para 2013, assunto noticiado anteontem pela coluna. Mas para o acordo ser fechado resta resolver o único conflito em torno dele: quem será o pai oficial da criança.
De um lado, está o governo do estado, que cobra para si a fatura pelo avanço das conversas. Do outro, o vice-presidente de Pessoa Jurídica do banco e cardeal do PMDB baiano, Geddel Vieira Lima, apontado nos ninhos da cartolagem como o responsável por colocar tricolores e rubro-negros na linha de frente do negócio. E, entre ambos, o saldo político para 2014, ano em que o futebol será vitrine de luxo.
Até os 45 do segundo tempo, os dois clubes manterão espaço aberto em seus uniformes para receber a nova marca, cuja visibilidade será menor que a da dona da cota máster, a construtora OAS".
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