Ôcho, como diria

09/11/2013
Em jogo que o Bahia, mais uma vez, não faz valer o mando de campo, torcedor faz a sua parte, marca presença e dá apoio. O resultado, infelizmente, não sai do placar ôcho: 0X0.

Bahia 0 X 0 Atlético-MG

Todos os Santos se Mobilizam Para Saldar o Bahia de Todos


Em 28 de Julho de 2013
Por: Carlitos Lopes - Sócio Patrimonial desde 26/07/2013


O "Bahia de Todos" vive momento especial, inédito no futebol brasileiro, que ao mesmo tempo caracteriza o  renascimento do Tricolor de Aço. Mesmo os mais otimistas jamais imaginariam uma manifestação grandiosa como o cadastramento de 10 mil sócios em apenas um dia. E com perspectivas de continuar a expandir rapidamente a chegada de novos e confiantes torcedores, todos dispostos a investir no clube como nunca foi possível nos tempos de domínios de interesses que passavam longe do respeito aos torcedores. Em outras palavras: a gestão que se findou estava longe daqueles que no passado construíram a história do Esporte Clube Bahia. E ao dizer isso (aqueles que no passado construíram o clube) não estamos nos referindo apenas a lideranças, mas, principalmente, aos TORCEDORES. Esses, sim, são os principais responsáveis por fazer do Bahia um clube de força e de grandiosa história.

Evidentemente que os gestores foram sempre de grande importância, mas, até onde o clube cresceria sem o clamor das massas? Uma boa química se estabeleceu desde o surgimento do clube, em 1931, permitindo uma resposta imediata, com título e confiança de torcedores. A grande sequência de títulos baianos já foi marca inicial do clube, mas o final da década de 50 eleva o clube ao patamar nacional como primeiro campeão brasileiro e, em seguida, ser o primeiro representante do país na Libertadores, em 1960. O sucesso não ficou restrito a esses 2 anos, já que o Bahia teve participação destacada na década de 60, com mais dois vice-campeonatos e colocações entre os 10 primeiros por outras 3 temporadas naqueles 10 anos. Tudo isso num tempo em que o esporte estava longe de enriquecer os seus atletas e, ao mesmo tempo, jamais colocava os dirigentes à frente dos seus principais atores (os craques).

E a história prossegue pelas décadas seguintes, com mais "altos" do que "baixos", e sempre com a marca de um clube com mando de campo demolidor e fama de visitante indigesto. Nesse contexto os feitos tricolores estiveram sempre marcados por percursos que desafiavam a lógica estabelecida, onde, como ainda é hoje, o eixo Sul-Sudeste se impôs com todas as forças da política futebolista e da Comunicação.

Em 1988 o Bahia surpreende mais uma vez os desavisados incrédulos e os supostos donos do futebol brasileiro. Desbancar o Fluminense e em seguida despachar o Internacional dentro do Beira-Rio não era para qualquer clube baiano, era missão reservada ao Tricolor de Aço. O elenco, com formação que trazia pratas da casa, como o líder Bobô, superou o favorito a 2 empates nos jogos finais e subverteu a ordem imposta pela Imprensa nacional, sendo maior do que a força do Inter de Falcão e Taffarel. Na Libertadores de 1989 o Bahia terminou em 5º lugar, após empate na Fonte Nova com o próprio Internacional.

A história de grande clube esteve abalada apenas nos últimos 20 anos, fruto de uma desordem administrativa sem precedentes. No centro dessa saga de destruição, uma família e seus aliados, todos, infelizmente, distantes do verdadeiro espírito da Nação Tricolor: a era dos Guimarães.

Há 2 anos, ainda que sem contextualizar diretamente os responsáveis, desafiamos a continuidade da mesmice das última 2 décadas, onde o Tricolor de Aço se encolhera e, ano após ano, lutava para não cair e, indo mais ao fundo do poço, por 2 anos lutou para subir até mesmo da série-C ... (os famigerados 8 anos de vergonha) e, novamente, em 2011 e 2012, na série-A, voltou a ser forte candidato ao rebaixamento, salvando-se nas últimas rodadas. Voltar a ter título baiano era o trivial, depois do retorno à série-A, mas essa parecia ser a única meta ex-tuiteiro, ex-presidente "mgf". Foi nesse contexto que lançamos o desafio - AoTriBahia -, ainda que cientes da utopia que isso significava, para um clube fraco em diversos sentidos e, particularmente, esfacelado na sua administração. A provocação, no entanto, era dirigida a uma gestão que agia com passos de tartaruga e mirava apenas o campeonato baiano como degrau para continuar subindo e pisando na honra do torcedores. Os discursos de pequenez, assim como as ações, se faziam proporcionais aos descalabros administrativos e sinistros, num ambiente de politicagem, obscuro e contraditório em tempos de futebol profissionalizado.

Fim! Basta, senhores Guimarães! A "Fantástica Fábrica de Chocolate" não lhes pertence! E já que todas as tentativas de lhes mostrar isso, pelos torcedores, foram ignoradas, restou-nos a Justiça e a seriedade dos homens de boa fé. Basta, senhores Guimarães! Chegou a hora de procurarem outras fontes para beber sem que precisem fazer maior esforço e que justifique a conquista: o TRABALHO. No passado, na época dos reinados, a essa palavra não era atribuído o valor devido, já que trabalhar era coisa relegada ao povo, aos menos favorecidos e que, por isso, eram reconhecidos sem valor. Daí, os exploradores trouxeram outros sentidos, passados os tempos de escravidão, e afirmaram que o trabalho dignifica o homem. Essa estratégia prevalecia no controle social sobre os trabalhadores, na crença da dignidade. Os tempos mudaram, senhores Guimarães, e, de fato, a grande maioria dos Torcedores Tricolores acreditam que o trabalho dignifica, sim, porém não mais porque algum explorador determina para atendimento de seus interesses escusos. A crença, agora, é sinal dos novos tempos, onde não cabe mais a imposição e a exploração do trabalho alheio para apropriarem-se do que não lhes pertence. O Bahia de Todos renasce, para o bem da Nação Tricolor: o Bahia da Torcida. Renasce, independente das pragas das últimas décadas, para voltar a ocupar o lugar de destaque que sempre teve no cenário estatual, regional e nacional.

Bamor, emoção e clamor!


Arena Fonte Nova, 21/07/2013

Em uma nova era, um Bavi na série-A com direito a velhas emoções, com presença vibrante da Bamor, sem os controles dos que pensam ser donos do Bahia como um patrimônio de uma única família e sua turma de amigos. Um espaço para a alegria entre torcedores, ex-jogadores-craques do passado, entre jovens de uma nova geração de torcedores. Esse é o @BahiaDaTorcida


 Osni, craque nos passes e nas conclusões na velha Fonte Nova, lamenta gols perdidos...

... e conversa com jovens, torcedores da nova geração tricolor


O Bahia não tem dono

Intervenção no Bahia - Momento histórico - via ecbahiapontocom - Rátis em Entrevista na TVE

Via @ecbahiapontocom - ressaltando esse momento histórico no futebol brasileiro ...

14/07/2013 - 22h14

Rátis cede entrevista à TVE e elucida tópicos

Da Redação



Foto: TVE
Na noite deste domingo, o advogado Carlos Rátis, nomeado interventor do Tricolor desde a última terça-feira, foi um dos convidados especiais do programa “Cartão Verde Bahia”, da TVE.
Rátis esclareceu diversos pontos importantes sobre suas atividades no clube e aproveitou para convocar novos torcedores para se tornarem sócios do Tricolor.
Segundo Carlos Rátis, a partir da terça-feira, dia 16, haverá recadastramento dos sócios. Ainda conforme o advogado, a comissão de intervenção analisará nos próximos dias a possibilidade de reduzir o valor da jóia, taxa para associação ao clube.
Leia os principais pontos da entrevista:
OBJETIVOS
“Realizar novas eleições para que um grupo de conselheiros legitimados, eleitos, possam escolher o presidente, que indicará os vice-presidentes que serão referendados pelo próprio Conselho. Nosso objetivo não é promover ingerência, de jeito algum.”
PRÓXIMOS PASSOS
“Nesta semana avançamos bastante. Já temos a data para recadastramento dos sócios, que será de 16 a 26 de julho. Se houver necessidade vamos prorrogar esse prazo para observar sócio a sócio e tentar inibir qualquer nova discussão judicial. Após isso marcaremos a Assembléia Geral que agendará a eleição.”
QUEM PODERÁ VOTAR NA ASSEMBLEIA
“Só exercerá o direito de voto aqueles sócios que estiverem respeitando o que tiver no Estatuto. O Estatuto também poderá será objeto de reforma e na Assembleia pode ser alterado para que novos sócios possam vir a votar, mas não pretendemos renovar o Estatuto. Vamos sócio a sócio verificar a idoneidade da documentação apresentada e se estão respeitando os pré-requisitos do Estatuto. Mais uma vez não pretendemos renovar o estatuto e sim usá-lo como nossa lei.”
POLÍTICA DE ASSOCIAÇÃO
“É nossa intenção também promover uma política de associação. Nesta semana estamos pensando nisso, para que todos os sócios possam participar da Assembléia Geral. Quem se associar terá o poder de participar, e não de votar. Isso é muito importante.”
ESTATUTO
“O Estatuto que será seguido é o de 2008, que é o último que está registrado em cartório. Após 2008 nenhum outro Estatuto está registrado.”
DEMANDAS DO CLUBE NAS DIVISÕES DE BASE
“Estamos tomando as providências de imediato. Tivemos um pedido do professor Carlão, das divisões de base, e de imediato resolvemos o pleito. Sábado recebemos outro pedido e estaremos resolvendo amanhã. Então, tudo que for encaminhado para a comissão de intervenção estaremos tentando de imediato solucionar. Amanhã, por exemplo, já estamos contatando com especialistas no departamento financeiro para nos auxiliar. Deixamos claro também para Alexandre Barros que ele e o Cristóvão têm total autonomia para resolver questões no futebol. Agora precisamos buscar que as instituições sejam respeitadas, que o estatuto seja preservado e que as eleições possam ser convocadas. É por isso que o poder judiciário foi convocado.”
EPISÓDIO DE SUMIÇO DA CPU E INTERVENÇÃO ATUAL
“Em relação ao sumiço da CPU, como já esclareci em outros momentos, providências serão tomadas. O que aconteceu não será deixado de lado pelo poder judiciário. Neste momento de agora, a equipe está fazendo esforços todos os dias, estamos 24 horas a disposição do clube com outras pessoas que estão discutindo e nos apoiando.”
DIFICULDADES E AUSÊNCIA DE FUNCIONÁRIOS
“Encontramos outro cenário em relação a acesso à lista, mas estamos encontrando dificuldades quanto à própria presença de determinados trabalhadores e esperamos que amanhã todo o corpo de funcionários esteja presente no seu local de trabalho. A partir de amanhã providencias serão tomadas, se não houver respeito quanto as obrigações no Esporte Clube Bahia. Não é nosso objetivo causar transtornos quanto aos funcionários, mas os que não quiserem colaborar, as providencias serão tomadas. O poder judiciário precisa ser respeitado.”
PAGAMENTOS DE KAKAY E OUTRAS CONTAS
“Em relação ao contrato do advogado Kakay, não tivemos ainda sequer contato com esse contrato, bem como os contratos firmados com o Esporte Clube Bahia devido à essa dificuldade da ausência dos funcionários. Só teremos acesso aos computadores após a presença dos funcionários. Se isso não for respeitado, a partir de amanhã o judiciário tomará providências.”
INSTITUIÇÕES BANCÁRIAS
“Quatro são as instituições bancarias que o Bahia possui conta. Já fui com oficial de justiça em duas instituições financeiras, amanhã vamos nas restantes. Não seria prudente tratar dos valores das contas, pois são questões delicadas da instituição.”
ENDEREÇO DE RECADASTRAMENTO DE SÓCIOS
“Será na sede social, no Atlanta empresarial, sala 808, no horário comercial das 8h às 18h. Esperamos que todos os sócios venham apresentar a documentação. Esperamos que todos os torcedores venham se associar ao clube, queremos fortalecer a instituição.”
VALOR DA JOIA PARA SE ASSOCIAR
“É nossa perspectiva diminuir o valor, justamente para que o torcedor assalariado venha a se aproximar da instituição. O valor de 300 reais é um valor questionável, na medida que é quase a metade do salário mínimo vigente no nosso país.”
CONTRATO DE PATROCÍNIO COM A CAIXA
“Felizmente conseguimos da Caixa a prorrogação quanto à celebração desse contrato de patrocínio até que consigamos obter um valor necessário para sanar os débitos de FGTS e obter a certidão negativa. Já tivemos reuniões com patrocinadores que se comprometeram a adiantar valores para que isso possa acontecer. Tudo vai acontecer com transparência e com a presença da imprensa.”
MARCELO FILHO PODE SER REELEGER
“Ele preenchendo os requisitos nas condições de sócio, não há qualquer limitação.“

A Hashtag "#AgoraEuVou", por que não, dentro do Hino do Bahia?


#DesabaGuimarães

Ainda que o perigo ronde, considerando que as apelações jurídicas são sempre possíveis, a Nação Tricolor espera que esse momento marque para sempre a história do E.C.Bahia e que leve a uma transição pacífica e consolidada. Tudo isso pode conduzir o clube de maior expressão no Nordeste na retomada de posição, como mandatório de grande respeito na sua casa, a eterna, a antiga e a atual, Arena Fonte Nova. Há muito para se corrigir e avançar, diante dos atrasos decorrentes de gestões que deploraram o patrimônio do Esporte Clube Bahia, porém, o ânimo coletivo haverá de se traduzir nas ações daqueles que assumirem o papel de reorganização do verdadeiro Bahia da Torcida.

Como num dia de conquista nacional, a queda dos Guimarães simboliza o sonho de liberdade e, para um clube que tem um dos mais fabulosos hinos, é hora de marcar presença no estádio e cantar o significado desse momento. Em tempos de hashtag, ou uma palavra chave que sintetiza uma emoção, se associe, marque presença e cante o hino na Arena Fonte Nova: #AgoraEuVou.

Somos da turma tricolor
#AgoraEuVou
Somos a voz do campeão
#AgoraEuVou
Somos do povo o clamor
#AgoraEuVou
Ninguém nos vence em vibração
#AgoraEuVou
Vamos avante esquadrão
#AgoraEuVou
Vamos, serás o vencedor
#AgoraEuVou
Vamos conquistar mais um tento
Bahia, Bahia, Bahia
Ouve essa voz que é teu alhento
Bahia, Bahia, Bahia
Mais um, mais um Bahia
Mais um, mais um título de glória
Mais um, mais um Bahia
É assim que se resume a sua história
#AgoraEuVou

À espera de um milagre


A saída dos guimarães está praticamente anunciada. O que mais é preciso ser feito para acontecer esse milagre?



Sardinhas, de verdade, nos tornaram, como torcedores

* Carta aberta à NAÇÃO TRICOLOR * Em 23/04/2013

Dúvidas, não temos, sardinhas nos tornamos, quando aplaudimos qualquer sinal de aparente melhora nesse "arrastado bahia esporte clube". E, se alguns ainda têm dúvida, devem fazer parte daquele grupo de torcedores que no início de 2012 gritaram pela "volta do meu (la eles) presida", que estava afastado por ordem da Justiça. O período, todos lembram, durou quase uma semana no começo da temporada 2012, foi o suficiente para o presidente tuiteiro apelar desesperadamente ao apoio  dos torcedores dispostos a levar tudo na base da emoção e da crença de que um bom clube, ou qualquer organização, precisa de "salvadores da pátria".

Pois é, fiquem atentos, certamente trata-se da mesma classe de emoção que iludiu os torcedores do Bahia no dia daquela virada sobre o São Paulo em Pituaçu, coisa que parecia, mais, um presente de Papai Noel do que um presente de Papai Joel. Acreditar naquele Bahia que encerrou o ano de 2011 se esforçando para não cair para a série-B, e iniciar 2012, mais um ano, sem planejamento, significou para muitos, infelizmente, apostar no seu presidente. Aquele mesmo presidente que, no desespero se pendurou no twitter para pedir socorro aos torcedores, diante do seu afastamento pelas vias da Justiça. E o apoio, surpreendentemente, veio, o presidente voltou ao poder em uma semana, sob aplausos aparentemente da grande maioria dos torcedores, muitos que bradavam que teríamos um BaVi acéfalo naquela semana, com o Bahia sem o seu presidente.

Mas a resposta está aí: certamente seria melhor encarar o tal BaVi acéfalo no início de 2012 e deixar o tal presidente se virar sozinho. Ainda que toda essa análise seja simbólica, já que provavelmente o tal presidente  daria lá o jeito dele para se manter no poder, mesmo que sozinho e penando um pouco mais. Triste é percebe, porém, que a maioria acreditou, apostou que seria melhor permanecer na ilusão de que o Esporte Clube Bahia ainda precisava, mais, de um "salvador da pátria" (ainda que, de mentirinha), do que tratar das feridas que estão abertas há pelo menos duas décadas.

Pois é, o Bahia segue com as feridas abertas, desde que o mesmo grupo vem dominando e tratando o Clube como se esse lhes pertencesse. Repetir inverdades e absurdos, e persistir nessa repetição, essa é a estratégia do presidente. Assim como afirmou no momento do retorno para a série-A, ele, o presidente, vem tentando iludir o torcedor, com a afirmação de que reconstruiu o Bahia e o trouxe de volta. Só esquece de dizer, no entanto, que o seu próprio pai, junto com os amigos de sempre, afundaram o Bahia para a série-C. 

O Bahia é um grande clube. A história, a Fonte Nova, as conquistas, seus jogadores que fizeram história, confirmam isso. A gestão, no entanto, é de time pequeno, tão pequeno quanto o presidente. Ele, que se faz, assim, tão pequeno, nem merece que citemos o seu nome. Ele, pequeno, e filho da gestão que afundou o Bahia, anda escondido das redes sociais. O espaço que tanto utilizava nos falsos momentos de glória, quando o clube conseguia dar uma respirada com a cabeça fora d'água e, logo em seguida, desabava novamente sob as vaias da torcida. 

Numa sociedade que precisa de muitos acertos e menos politicagem, o futebol, como grande paixão, poderia ser um alento, com mais respeito aos apreciadores. Ao contrário, os torcedores do Bahia seguem a mercê da sorte, onde as glórias podem reaparecer ao caso, ao contrário das derrocadas, que são cultivadas no dia-a-dia pelos próprios dirigentes.  

Para encerrar, diante da lucidez que felizmente se apresenta agora para a maioria, pedimos licença para manchar esse manifesto, colocando, no seu devido tamanho, as iniciais que desonram as glórias tricolores e que estão no topo das manifestações da sua torcida: FORA mgf !!!.

Emperra daqui, emperra de lá. A boa e má política, de sempre.

Em 12/01/2013

Se, de um lado, observamos o Serviço Público, seja estadual ou municipal, emperrado pelo domínio dos políticos que se infiltram nas instituições públicas, a história é a mesma no futebol baiano. Não bastassem os domínios da família Guimarães e de outras que já passaram pelo poder, todas com interesses eleitorais e métodos obscuros com os orçamentos do clube, a grande interferência dos políticos atrapalha e os faz desviar das suas responsabilidades (ou seriam irresponsabilidades) sociais.

Confiram o que o ecbahia.com reproduz, na nota abaixo que foi publicada pelo jornalista Jairo Costa Júnior no jornal Correio*:

"A Caixa está a um passo muito curto de assinar contrato de patrocínio com o Bahia e o Vitória para 2013, assunto noticiado anteontem pela coluna. Mas para o acordo ser fechado resta resolver o único conflito em torno dele: quem será o pai oficial da criança.
De um lado, está o governo do estado, que cobra para si a fatura pelo avanço das conversas. Do outro, o vice-presidente de Pessoa Jurídica do banco e cardeal do PMDB baiano, Geddel Vieira Lima, apontado nos ninhos da cartolagem como o responsável por colocar tricolores e rubro-negros na linha de frente do negócio. E, entre ambos, o saldo político para 2014, ano em que o futebol será vitrine de luxo.
Até os 45 do segundo tempo, os dois clubes manterão espaço aberto em seus uniformes para receber a nova marca, cuja visibilidade será menor que a da dona da cota máster, a construtora OAS".