Bahia confirma presença na série-A em 2012 e segue carente de projeto bem definido. Após o clássico Santos X Bahia, com lembranças históricas e com direito a foto unindo os dois elencos no estádio que foi palco do primeiro título brasileiro, a imprensa esportiva baiana demonstrou unanimidade: reconhecimento ao mérito tricolor por não cair novamente para a B, críticas a uma campanha cujo objetivo foi a luta para não cair e, com ênfase, a conclusão de que a torcida merece uma gestão com objetivos muito maiores do que apenas voltar a ter títulos baianos.
No discurso de radialistas, palavras de ordem em nome de títulos nacionais e, no mínimo, uma credencial para a Libertadores. Sonhar assim, na verdade, é ter os pés no chão e reconhecer que dirigir o Bahia é respeitar e se dedicar a uma Nação.
Sem mais, resta-nos fechar o ano na confortável situação de permanência na elite e silenciar por um tempo. O que não significa parar de observar a movimentação estratégica dos cartolas que são a "bola da vez", representantes dos mesmos resquícios de históricos "sobe-e-desce" nada condizentes com a verdadeira história do primeiro campeão brasileiro.
Na brincadeira já somos Bahiacelona, o que poderia ser pura verdade, a despeito de quem veja nessa alegre comparação uma idiotice de fanáticos ou de apaixonados. Não se pode esquecer, no entanto, que apaixonados e fanáticos existem em qualquer lugar do mundo, até mesmo na Espanha, onde até prova em contrário não nasce nem metade dos talentos futebolísticos que nascem na Bahia.
No discurso de radialistas, palavras de ordem em nome de títulos nacionais e, no mínimo, uma credencial para a Libertadores. Sonhar assim, na verdade, é ter os pés no chão e reconhecer que dirigir o Bahia é respeitar e se dedicar a uma Nação.
Sem mais, resta-nos fechar o ano na confortável situação de permanência na elite e silenciar por um tempo. O que não significa parar de observar a movimentação estratégica dos cartolas que são a "bola da vez", representantes dos mesmos resquícios de históricos "sobe-e-desce" nada condizentes com a verdadeira história do primeiro campeão brasileiro.
Na brincadeira já somos Bahiacelona, o que poderia ser pura verdade, a despeito de quem veja nessa alegre comparação uma idiotice de fanáticos ou de apaixonados. Não se pode esquecer, no entanto, que apaixonados e fanáticos existem em qualquer lugar do mundo, até mesmo na Espanha, onde até prova em contrário não nasce nem metade dos talentos futebolísticos que nascem na Bahia.

