Carta aberta a Jobson - Por Eder Ferrari

Desde quando surgiu no Brasiliense, vi em você muito potencial. Rápido, habilidoso, oportunista, raçudo, faro de gol, entre outras virtudes. Sempre o imaginei jogando no futebol baiano até descobrir a quantidade de indisciplinas que cometia. Não sou um desses malucos, que quer um mundo utópico de anjinhos, mas tudo tem limites. Nossa sociedade atingiu um nível de degradação, que não se pode mais abrir mão do respeito, da disciplina e do comprometimento, sem redundância. Quando começaram a te especular no Bahia, a quem me perguntava, dizia ser contra. Pensava: “não vale o risco!”.

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