Desde quando surgiu no Brasiliense, vi em você muito potencial. Rápido, habilidoso, oportunista, raçudo, faro de gol, entre outras virtudes. Sempre o imaginei jogando no futebol baiano até descobrir a quantidade de indisciplinas que cometia. Não sou um desses malucos, que quer um mundo utópico de anjinhos, mas tudo tem limites. Nossa sociedade atingiu um nível de degradação, que não se pode mais abrir mão do respeito, da disciplina e do comprometimento, sem redundância. Quando começaram a te especular no Bahia, a quem me perguntava, dizia ser contra. Pensava: “não vale o risco!”.
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Um novo título nacional: vale uma terceira estrela. A democracia, no Bahia, não tem preço.
Matemática, sorte e salto na tabela
Uma boa perspectiva - ocorrendo empate hoje entre Cruzeiro X Ceará -, e o Bahia vencendo o Santos no domingão lotadaAço, é o tricolor fechar a rodada na 12ª posição, com 23 pontos e superado pelo Ceará (com uma vitória a mais). Considerando que o Figueirense não pontue, continuará com 23 e também superando o Bahia, já que terá uma vitória a mais.
A sorte estaria lançada, portanto, para a última rodada, com o Bahia podendo dar um salto maior na tabela, pois poderá superar 3 adversários em uma só tacada. Para isso terá que vencer o Ceará no dia 28, em Fortaleza, e torcer para empates ou derrotas do Cruzeiro, que enfrentará o América, além de torcer também para o Avaí superar o Figueirense, ambos, portanto, em clássicos regionais onde tudo pode acontecer. Essa combinação daria ao Bahia a possibilidade de fechar as primeiras rodadas na décima posição. Isso sem contar com a chance de ainda superar Coritiba e Fluminense, hoje com 24 pontos. Aliás, para esses dois (Coritiba e Fluminense), resultados apertados são previsíveis para a 18ª e a 19ª rodadas: o Fluminense tem 2 clássicos reginais pela frente (hoje o Vasco, depois Botafogo), já o Coritiba (hoje pega o Avaí fora de casa, depois terá clássico regional contra o Atlético). Ao Bahia resta ganhar os dois jogos, pois a matemática pode trabalhar a favor e o elenco teria chance de fechar a 19ª rodada na 8ª posição. Aleatório, impossível ou otimismo exagerado? Seja qual for a resposta, que o Bahia faça, seguramente, a sua parte.
Se é bom pensar em combinação de resultados? Melhor agora do que depois. Vamos com fé, portanto, força e criatividade ao elenco, da defesa consistente à criatividade e segurança no meio, com inspiração no ataque, além do retorno das finalizações rápidas e precisas do Jobson. Oxalá!
A sorte estaria lançada, portanto, para a última rodada, com o Bahia podendo dar um salto maior na tabela, pois poderá superar 3 adversários em uma só tacada. Para isso terá que vencer o Ceará no dia 28, em Fortaleza, e torcer para empates ou derrotas do Cruzeiro, que enfrentará o América, além de torcer também para o Avaí superar o Figueirense, ambos, portanto, em clássicos regionais onde tudo pode acontecer. Essa combinação daria ao Bahia a possibilidade de fechar as primeiras rodadas na décima posição. Isso sem contar com a chance de ainda superar Coritiba e Fluminense, hoje com 24 pontos. Aliás, para esses dois (Coritiba e Fluminense), resultados apertados são previsíveis para a 18ª e a 19ª rodadas: o Fluminense tem 2 clássicos reginais pela frente (hoje o Vasco, depois Botafogo), já o Coritiba (hoje pega o Avaí fora de casa, depois terá clássico regional contra o Atlético). Ao Bahia resta ganhar os dois jogos, pois a matemática pode trabalhar a favor e o elenco teria chance de fechar a 19ª rodada na 8ª posição. Aleatório, impossível ou otimismo exagerado? Seja qual for a resposta, que o Bahia faça, seguramente, a sua parte.
Se é bom pensar em combinação de resultados? Melhor agora do que depois. Vamos com fé, portanto, força e criatividade ao elenco, da defesa consistente à criatividade e segurança no meio, com inspiração no ataque, além do retorno das finalizações rápidas e precisas do Jobson. Oxalá!
Até onde vão os erros na arbitragem?
Bahia X Inter
Diante de 21.239 pagantes em Pituaçu, o Bahia saiu em desvantagem, ficou com um a menos, mas conseguiu o empate contra o Internacional.
Adaptado do blog do Juca Kfouri (...)
Diante de 21.239 pagantes em Pituaçu, o Bahia saiu em desvantagem, ficou com um a menos, mas conseguiu o empate contra o Internacional.
Com as dificuldades do Bahia na primeira etapa a torcida baiana tem todo o direito de reclamar do gol mal anulado marcado por Carlos Alberto. Já os Colorados não podem reclamar do gol bem anulado de Jô, que cometeu falta clara no lance.
Destaque para a arbitragem, pois Gutemberg de Paula Fonseca marcou impedimento em cobrança de lateral. Um erro crasso, ridículo. Pior ainda, seguiu o erro apontado pelo bandeirinha (conclusão: nenhum dos dois atentou para o lance).
Numa cobrança de tiro livre direto dentro da área do Inter, o Bahia criou sua melhor chance, quando Jóbson pegou a bola rebatida e Muriel quase se complicou na defesa.
Aos 41, o goleiro colorado repôs a bola em jogo com um chutão que viajou todo o campo. Leandro Damião conseguiu levar a melhor sobre a marcação e tocar na saída de Lomba para fazer 1 a 0 Inter.
E o time gaúcho teve chance de ampliar ainda no primeiro tempo.
A segunda etapa começou em ritmo forte e Muriel evitou o empate na cobrança de falta de Ricardinho e no chute de Carlos Alberto, enquanto Lomba impediu o segundo gol na tentativa de João Paulo.
Aos 15 minutos o Bahia perdeu Fabinho, após receber o segundo cartão amarelo e ser expulso.
O tricolor baiano teve a chance de empatar no cabeceio de Fahel que Elton tirou em cima da linha.
O Inter não aproveitava a vantagem e ainda viu Índio agarrar Thiego dentro da área. Pênalti assinalado, segundo amarelo para Índio e o vermelho que igualou o número de jogadores em cada time.
A igualdade também foi para o placar, pois Jóbson bateu no cantinho e deixou tudo igual aos 34 minutos. 1 a 1.
Chances para os dois lados chegar ao segundo gol, com euforia para a torcida do Bahia, e consolo por mais um gol salvador que evitou uma nova derrota em casa.
Com 19 pontos o Bahia se mantém na 13ª posição, quatro pontos na frente da zona do rebaixamento. Já o Inter segue em sétimo, agora com 23 pontos.
Adaptado do blog do Juca Kfouri (...)
Pituaçu, a "nova fonte" de esperança
Por Carlos Lopes, colaborador, em 12/08/2011
No domingo, reviver a Fonte Nova
No domingo, reviver a Fonte Nova
É hora de acreditar. O respeito aos adversários é regra no futebol, especialmente na série-A do Brasileirão, mas a postura tem que ser uma só: em Pituaçu quem manda é o Bahia. Apesar das oscilações na campanha o Tricolor é hoje um clube em ascensão, que apesar de ter sido montado durante o campeonato é uma equipe competitiva e que ainda pode se destacar nesse campeonato. O momento é de pressão para todos, jogadores, torcedores e, particularmente, para o técnico René Simões. Erros à parte, no próximo domingo, ao que tudo indica, estará em campo uma escalação que se aproxima da preferência do torcedor, com base no elenco disponível, claro. Com o Souza ainda fora, as críticas pesarão sobre o Marcos, espera-se, no entanto, paciência do torcedor. As vaias a nossos jogadores ajudarão apenas o Internacional.
Atentos os torcedores mais eufóricos, pois o torcedor pode ser, a depender do seu comportamento, "um jogador a mais" ou "um jogador a menos", sendo bastante sutil a linha que separa o erro ou o acerto do jogador dentro de campo. Bahia X Inter tem tudo para repetir no próximo domingo uma festa para os anfitriões, onde os visitantes poderão novamente tirar o chapéu para o Bahia e sair consciente de que fizeram o seu trabalho, sendo vencido por um Bahia grandioso. Ao torcedor, a alegria de ver o Bahia ganhar mais uma, subir na tabela e almejar o que merece. Os resultados dependem também da crença do torcedor. Vamos criticar, mas jamais durante o jogo, jamais diminuindo a autoestima do operário que está em campo. Vamos lembrar dos heróis do passado, o elenco campeão estará representado por Bobô e muitos outros (ecbahia - com a bênção dos campeões de 1988).
Por 90 minutos de bola rolando Pituaçu será a "nova fonte" de esperança para o torcedor reviver os grandes momentos da Fonte Nova, casa cheia e, principalmente, repleta de alegria. Avante torcedor! Confiança e fé no Bahia, no equilíbrio do Marcelo Lomba, zagueiros e maestros do meio-campo, criatividade dos atacantes e conclusões precisas do Jobson.
Andorinha só não fará verão
Por Carlos Lopes, colaborador, em 05/08/2011
Talentoso, esforçado, empenhado, perigoso, comprometido, entre tantos outros adjetivos, não são suficientes para que o talento do Jobson se transforme em resultados positivos. Ele precisa também ser bem servido, e é assim que a banda precisa tocar. Para o Jobson, ao lado de outro atacante, serem decisivos, portanto, a equipe precisa agir de forma bem afinada: o que se planeja precisa ser aquilo que de fato aconteça no gramado. A atuação do Marcelo Lomba, muito explorado nos últimos jogos, já demonstra que algo está errado. E se o Tite e o Paulo Miranda vinham atuando bem, os problemas estariam vindo das laterais, do meio-campo, ou do esquema tático muito defensivo que termina por atrair o adversário para a área do Bahia. Seja qual for a razão é preciso que as respostas venham de dentro do clube.
Assim que teve inívio o Campeonato Brasileiro, contrariando expectativas mais pessimistas, os investimentos aconteceram no E.C. Bahia, com Paulo Angioni sendo ágil nas articulações e contratações. Muitos novos jogadores foram contratados, porém persistiram erros, como as estranhas insistências em manter titulares jogadores que são rejeitados pela torcida - Souza é o exemplo mais extremo - e que será lamentável a persistência nessa decisão. Uma boa parte dos torcedores estão intolerantes e voltam a exigir a troca do técnico, o que pode ser compreendido como solução, mas que ao mesmo tempo traz risco maior.
Os potenciais do grupo são evidentes, mas, a despeito de momentos eufóricos que trouxeram confiança a todos, principalmente após o jogo no Engenhão, onde venceu com superioridade o Fluminense, convive-se também com muitas falhas típicas de um clube que não se gerencia bem, e que parece criar ansiedade e incerteza na cabeça de cada jogador. Salvo algumas excessões, como o goleiro Marcelo Lomba e o Jobson, quem mais podemos hoje qualificar como estável, confiante e que garante o melhor na sua posição? Essa instabilidade, os altos e baixos, que terminam por interromper a trajetória que parecia ascendente no Bahia, revela fragilidade emocional e, provavelmente, falta de investimento nesse segmento. A confiança, para qualquer esporte, é aspecto cada vez mais decisivo. Os históricos estão aí, técnicos talentosos que fazem clubes renascer nos campeonatos, mundo afora, deixam claro o quanto é importante trabalhar a crença, a confiança de cada jogador. Trabalhos de motivação, aliados a disciplina tática e criatividade. Será que isso é segredo para a comissão técnica do Bahia? Claro que não é, mas precisa colocar em prática.
Ontem, diante do São Paulo, mais um grande momento de expectativa, com possibilidades reais do Bahia confirmar em campo a referência de visitante indigesto. Mas vimos o contrário, ainda que mais uma vez prejudicado por arbitragens submetidas à arrogância do regionalismo da CBF. Mesmo com arbitragem equivocada, faltou ao Bahia fazer a sua parte, faltou a confiança. Ao René, bom técnico e que veio com vontade de se doar ao Bahia, faltou a convicção de que precisa dar titularidade aos melhores do momento, ao mesmo tempo em que precisa ajustar bem, com o melhor planejamento possível, os elementos que mais uma vez destacamos: confiança, tática, talento, criatividade e doação dentro de campo.
Questionável também, volto a insistir, que o Bahia não valorize jogadores que nem vêm jogando, que mereceriam oportunidade na Série-A. Jogadores com força, com pegada para garantir um meio-campo consistente e avançado, juntamente com jogadores criativos que possam servir aos goleadores como Jobson, Reinaldo ou Júnior. Os testes apenas em treinos são precários e não dão oportunidade real ao jogador. E nem mesmo ao torcedor é dado o direito de conhecer jogadores que há mais de 6 meses fazem parte do clube. Sem citar nomes, que já citei em postagens anteriores, fico na esperança de ver renovações internas antes que seja tarde demais, e o Bahia passe a lutar apenas contra o rebaixamento.
Questionável também, volto a insistir, que o Bahia não valorize jogadores que nem vêm jogando, que mereceriam oportunidade na Série-A. Jogadores com força, com pegada para garantir um meio-campo consistente e avançado, juntamente com jogadores criativos que possam servir aos goleadores como Jobson, Reinaldo ou Júnior. Os testes apenas em treinos são precários e não dão oportunidade real ao jogador. E nem mesmo ao torcedor é dado o direito de conhecer jogadores que há mais de 6 meses fazem parte do clube. Sem citar nomes, que já citei em postagens anteriores, fico na esperança de ver renovações internas antes que seja tarde demais, e o Bahia passe a lutar apenas contra o rebaixamento.
Ávine, com Álibi de ter nascido Ávido por fazer gol
Por Carlos Lopes, colaborador, em 01/08/2011
Ávine, com Álibi de ter nascido Ávido por fazer gol
Djavan não pensou que sua música se encaixaria nesse trocadilho, mas aí está. Como todos já conhecem, artista com estilo peculiar, inovador, que sem monotonia fala do amor em todas as suas canções, ocupa lugar de craque na MPB, com poesias que a todo tempo traduz a dor e transborda esperança. E como no Brasil a bola é também fantasia que pulsa no coração popular, é natural quebrar as fronteiras que separam o futebol da poesia, nos mesmos links, na força, na técnica, no apelo da galera, na espera do gol. Gol, gol, gooolllll !
Gol do Ávine, gol de lateral esquerdo, avante, decisivo, campeão. Renasce o Ávine que resolve, que surpreende, que apaixona a torcida tricolor.
Da divisão de base ao profissional, passagem pelas 3 divisões do profissional e lá vai ele, no Bahia, carreira ascendente e brilhante no acesso para a primeira divisão. Agora o Ávine aproveitará o álibe e seguirá ávido pela Libertadores. Ávine, assim como Djavan, que sabe falar de amor, continue decisivo na hora do gol.
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