Subtítulo: Um Bom Marketing, Patrocínios e Resultados, nada disso existe sem o TORCEDOR e o Histórico de Grande Clube
Publicado em 17/08/2012
Esse texto, que ficou no molho, teve início ainda no momento em que ainda tínhamos Falcão, já próximo do momento da sua saída. Mas o texto ficou guardado e somente agora foi resgatado e concluído. Naquele momento, entre os torcedores, uma unanimidade que ainda permanecia: não daria para perder mais. Dito isso, o que poderia ser feito? A resposta, para nós, há poucas semanas, passaria longe de demitir Falcão. Ainda assim, reconhecemos, Caio Júnior chegou para ajudar. Para sair da berlinda, mesmo sabendo que os dirigentes colocam sempre alguém na reta onde o trem vai passar e, quase sempre, esse alguém é o técnico. Dizíamos, na ocasião: hoje, amanhã, ou esperava-se no máximo o jogo contra o Fluminense, caso perdesse (e perdeu mesmo), não havia mais dúvida quanto a demissão de Falcão.
Teimosias, a parte, já que Falcão enfrentou o Flamengo e mais uma vez escalou Jones, ainda assim, eu escolheria na ocasião um técnico como ele, inteligente e conhecedor teórico e prático dos mistérios do futebol, capaz de conduzir e unir um grupo, sempre pronto para agir de modo bem diferente daqueles que costumam culpar os seus soldados quando não vencem. Que o diga Renato Gaúcho, um dos queridinhos do Marcelinho, técnico que a meu ver nunca passou de um "profissional pouco responsável" e com prática de desunir o grupo de jogadores do Bahia, na ocasião em que, assim como o Sardinha, veio passar uma chuvinha e depois escapuliu logo que o céu clareou em Porto Alegre, atitude igual ao Joel, quando o céu clareou no Rio.
Jones, agora prestes a navegar pela série-b, não é nenhum craque, já sabemos, mas talvez, inclusive por ser jovem, não seja o tão horrível jogador, que mereça ser tão martelado pela torcida e pela crítica. Mas, independente de qualquer opinião, é passado no histórico do elenco. No nosso entendimento, assim como tantos outros, ficou evidente o quanto é impossível jogar bem quando quebra-se a relação de confiança entre o jogador e torcedor, ainda mais em tempos de tanta expressão midiática e presença direta do torcedor através da rede. E nós, aqui, ainda falando do Jones e torrando a sua paciência. A quem isso interessa? Certamente interessa ao presidentes, ficamos a falar dos problemas pequenos e desviamos dos problemas grandes, a exemplo da prestação de contas e do tão esperado planejamento que nunca acontece antes de cada campeonato.
Assim como aconteceu em 2011, o Bahia iniciou o Brasileiro atendendo ao prognóstico de parte da Imprensa Esportiva, navegando entre os 4 últimos colocados. Será que isso reflete a segurança dos supostos especialistas, que sinalizam a degola antes mesmo do início do campeonato? Difícil, não é? Esses prognósticos estão, sim, cheios de falhas, pois alguns questionamentos simples logo derrubam toda essa teoria simplória que aponta os vencedores e os derrotados antes mesmo do início da festa começar. De imediato, podemos observar, que o campeão do primeiro turno desse campeonato está praticamente definido - o Atlético Mineiro -, o mesmo que disputava o cai-não-cai com o nosso tricolor até o final do campeonato do ano passado e que, na conclusão, ficou pertinho da degola e abaixo do Bahia.
Apesar de tudo, vivemos a sonhar, e torcemos a favor, que agora, então, o Bahia ganhe 5 seguidas e faça as pazes com os torcedores, volte a encher Pituaço e, até, admita-se ouvir novamente as resenhas do presidente, com seus tuítes nem sempre equilibrados a animar os mais exaltados. Tudo é válido, inclusive comemorar sempre, até mesmo nas pequenas conquistas, inclusive porque as grandes conquistas são feitas passo-a-passo. Importante, sempre, alertar com certas reflexões: o resultado de uma longa caminhada pode nos oferecer a satisfação de contemplar uma paisagem magnífica na chegada, mas, vale também observar, o melhor mesmo é poder lembrar dos detalhes maravilhosos por onde passamos ao longo da caminhada, muitas vezes árdua, mas que ao mesmo tempo podem estar repletas de alegrias, tão grandes ou gloriosas quanto o objetivo alcançado no final. Pois é, infelizmente as caminhas têm sido apenas árduas, e o que vamos contemplar ao final, também não será nada bom. Ou será que está novamente tudo sob controle, presidente?
Gestão, será essa a palavra que faz a diferença? A reposta passa por aí, com certeza. O Bahia tem um presidente midiático, além de profissional da política e empresário. Independente de analisar competência, quem analisa o seu histórico logo percebe que o Bahia não foi para ele uma conquista, senão, apenas, um presente. Uma herança que veio pronta e parou no seu colo, trazida pelo mesmo grupo que vem há muito tempo conduzindo o tricolor, passando inclusive pelos 20 anos de dificuldades que culminaram com a última década, a mais problemática da história tricolor, e de lembranças tristes para a nação azul-vermelha-e-branca. No histórico do seu primeiro ano tem a contratação do técnico RG, na pratica um desequilibrado na condução dos fundamentos de qualquer grupo, que, como dissemos acima, tinha como principal atitude, ao final dos jogos, o despejo da culpa sobre os seus soldados. Como todo "bom político", ou representante de cargo público, RG teve, mesmo após abandonar o barco por interesses pessoais, os elogios pela sua passagem, onde o presidente sempre ressaltou a grandeza por elevar o Bahia no cenário nacional justamente pela ação midiática.
O Bahia não vive de mídia, pelo contrário, é um clube de massa. As respostas da mídia são consequência dessa adesão das massas. O setor de marketing do Bahia tem os seus méritos, claro, jamais desvalorizar os que trabalhos nesse setor tão importante, mas a motivação dos patrocinadores e de outros interesses está no histórico e na representação e dedicação dos seus torcedores. Fosse possível fazer um clube crescer sem a sua massa, qualquer um criaria hoje um clube como quem abre uma nova fábrica. Até poderia dar certo, não se pode negar, mas a garantia mesmo de resultados, para atrair parceiros e patrocinadores, é a existência de torcedores dedicados e que se espalham sem fronteiras pelo Brasil e pelo mundo. Quem achar que esse é um pensamento pretensioso e fora da realidade, que dê uma volta pelo cenário do futebol na Europa. E essa credibilidade tricolor existe, mesmo diante das ingerências dos últimos anos. Imaginar um Bahia feito pelas mãos de salvadores da pátria é o mesmo que tentar sucumbir a sua tradição e a sua história. Toda conquista deve ser valorizada tecnicamente, sem dúvida. Seja presidente, profissional de marketing, técnicos ou jogadores. Jamais, no entanto, a pretensão de ser visto como o salvador da pátria, em circunstâncias onde até mesmo a presença diária, o tempo dedicado de mangas arregaçadas, não fica evidente. Imaginem, por exemplo, quando um presidente de um clube é também eleito parlamentar, a viver em Brasília. Isso não está acontecendo nessa gestão, afinal, o Bahia teve na última década a marca de maior escassez de títulos na sua história e, como consequência, os votos não pingaram para o presidente.
É relevante considerar também que os ganhos pelos cargos diretivos são muito significativos no mundo do futebol, provavelmente compatível com a suposta carga que traz na missão. Ainda assim, não se cobra horário, dedicação e compromisso diário. Sobre os cargos técnicos recai a pressão maior e o risco da troca é eminente. Nenhum técnico sobrevive a campanhas medíocres, caem no meio do percurso e jamais sobrevivem a um final na zona da degola, já os gestores, diretoria e presidente tricolor chegam a debochar seus oponentes diante da sobrevivência ao fechar o campeonato superando a degola, mesmo que a duras penas.
Polêmicas a parte, 2012 começou com grandes abalos sobre a validade da permanência e legitimidade da eleição do presidente. Os descumprimentos de acordos, ou a inexistência de bases democráticas no Bahia deixou o clube vulnerável a questionamentos jurídicos. Restou a rede social e as resenhas midiáticas para segurar o cargo e a imagem de benfeitor, calçado no contraditório e no imbróglio que envolvia o risco de um Ba-Vi acéfalo e sem computador para catalogar os seus sócios. Naquele momento a divisão entre os torcedores pesou para o lado do apoio e exaltação ao suposto "devolvedor do meu Bahia", que jamais poderia cair.
E o ano de 2012 seguiu assim, mais uma vez o Baianão quase escapa e os prognósticos dos quase especializados em tiro no escuro até parecem acertar sobre o grande clube que vai fechando o primeiro turno na rabada tabela. Ainda bem que temos fôlego e, apesar dos pesares, temos Souza e Gabriel e o início da lucidez em dar confiança a jovens da base, ao menos em momentos críticos, onde titulares experientes, nem tão titulares assim, saem por imprevistos e abrem as oportunidades para jovens talentos.
MGF e suas dúvidas, que passeiam pelo mundo do homem de negócios, do político e do interesse em ser presidente de um clube que tem uma das maiores e mais apaixonadas torcidas do Brasil. Contra ele, pessoalmente, provavelmente não temos absolutamente nada. Gostaríamos apenas que, entre os torcedores, prevalecesse a consciência de que todos aqueles que assumem cargos em grandes clubes, devem ser passageiros e lutar para que a instituição cresca, se fortaleça e permaneça cada vez mais independente das intemperes e de interesses que não sejam claramente mostrados ao torcedor. Nesse contexto será sempre muito bom que o torcedor observe e exija coerência, planejamento e clareza nos objetivos. Quando a necessidade for, por exemplo, contratação e reforço, que seja apresentado o planejamento nesse sentido, antes do início do campeonato. Se as tentativas de solução acontecem aos trancos e barrancos, ao longo da competição, se contratações caras aparecem de surpresa para salvar catástrofes, ao mesmo tempo em que os orçamentos não são apresentados, ficará sempre uma dúvida sobre como as mesmas contas seriam apresentadas caso o clube sobrevivesse bem no campeonato, mantendo o elenco inicial. Resumindo: fecharíamos o ano com muito dinheiro sobrando nos cofres do clube?
-- Torcedor, esse espaço é seu, é nosso! Divulgue, Siga @aoTriBahia, Comente!!!
Jones, agora prestes a navegar pela série-b, não é nenhum craque, já sabemos, mas talvez, inclusive por ser jovem, não seja o tão horrível jogador, que mereça ser tão martelado pela torcida e pela crítica. Mas, independente de qualquer opinião, é passado no histórico do elenco. No nosso entendimento, assim como tantos outros, ficou evidente o quanto é impossível jogar bem quando quebra-se a relação de confiança entre o jogador e torcedor, ainda mais em tempos de tanta expressão midiática e presença direta do torcedor através da rede. E nós, aqui, ainda falando do Jones e torrando a sua paciência. A quem isso interessa? Certamente interessa ao presidentes, ficamos a falar dos problemas pequenos e desviamos dos problemas grandes, a exemplo da prestação de contas e do tão esperado planejamento que nunca acontece antes de cada campeonato.
Assim como aconteceu em 2011, o Bahia iniciou o Brasileiro atendendo ao prognóstico de parte da Imprensa Esportiva, navegando entre os 4 últimos colocados. Será que isso reflete a segurança dos supostos especialistas, que sinalizam a degola antes mesmo do início do campeonato? Difícil, não é? Esses prognósticos estão, sim, cheios de falhas, pois alguns questionamentos simples logo derrubam toda essa teoria simplória que aponta os vencedores e os derrotados antes mesmo do início da festa começar. De imediato, podemos observar, que o campeão do primeiro turno desse campeonato está praticamente definido - o Atlético Mineiro -, o mesmo que disputava o cai-não-cai com o nosso tricolor até o final do campeonato do ano passado e que, na conclusão, ficou pertinho da degola e abaixo do Bahia.
Apesar de tudo, vivemos a sonhar, e torcemos a favor, que agora, então, o Bahia ganhe 5 seguidas e faça as pazes com os torcedores, volte a encher Pituaço e, até, admita-se ouvir novamente as resenhas do presidente, com seus tuítes nem sempre equilibrados a animar os mais exaltados. Tudo é válido, inclusive comemorar sempre, até mesmo nas pequenas conquistas, inclusive porque as grandes conquistas são feitas passo-a-passo. Importante, sempre, alertar com certas reflexões: o resultado de uma longa caminhada pode nos oferecer a satisfação de contemplar uma paisagem magnífica na chegada, mas, vale também observar, o melhor mesmo é poder lembrar dos detalhes maravilhosos por onde passamos ao longo da caminhada, muitas vezes árdua, mas que ao mesmo tempo podem estar repletas de alegrias, tão grandes ou gloriosas quanto o objetivo alcançado no final. Pois é, infelizmente as caminhas têm sido apenas árduas, e o que vamos contemplar ao final, também não será nada bom. Ou será que está novamente tudo sob controle, presidente?
Gestão, será essa a palavra que faz a diferença? A reposta passa por aí, com certeza. O Bahia tem um presidente midiático, além de profissional da política e empresário. Independente de analisar competência, quem analisa o seu histórico logo percebe que o Bahia não foi para ele uma conquista, senão, apenas, um presente. Uma herança que veio pronta e parou no seu colo, trazida pelo mesmo grupo que vem há muito tempo conduzindo o tricolor, passando inclusive pelos 20 anos de dificuldades que culminaram com a última década, a mais problemática da história tricolor, e de lembranças tristes para a nação azul-vermelha-e-branca. No histórico do seu primeiro ano tem a contratação do técnico RG, na pratica um desequilibrado na condução dos fundamentos de qualquer grupo, que, como dissemos acima, tinha como principal atitude, ao final dos jogos, o despejo da culpa sobre os seus soldados. Como todo "bom político", ou representante de cargo público, RG teve, mesmo após abandonar o barco por interesses pessoais, os elogios pela sua passagem, onde o presidente sempre ressaltou a grandeza por elevar o Bahia no cenário nacional justamente pela ação midiática.
O Bahia não vive de mídia, pelo contrário, é um clube de massa. As respostas da mídia são consequência dessa adesão das massas. O setor de marketing do Bahia tem os seus méritos, claro, jamais desvalorizar os que trabalhos nesse setor tão importante, mas a motivação dos patrocinadores e de outros interesses está no histórico e na representação e dedicação dos seus torcedores. Fosse possível fazer um clube crescer sem a sua massa, qualquer um criaria hoje um clube como quem abre uma nova fábrica. Até poderia dar certo, não se pode negar, mas a garantia mesmo de resultados, para atrair parceiros e patrocinadores, é a existência de torcedores dedicados e que se espalham sem fronteiras pelo Brasil e pelo mundo. Quem achar que esse é um pensamento pretensioso e fora da realidade, que dê uma volta pelo cenário do futebol na Europa. E essa credibilidade tricolor existe, mesmo diante das ingerências dos últimos anos. Imaginar um Bahia feito pelas mãos de salvadores da pátria é o mesmo que tentar sucumbir a sua tradição e a sua história. Toda conquista deve ser valorizada tecnicamente, sem dúvida. Seja presidente, profissional de marketing, técnicos ou jogadores. Jamais, no entanto, a pretensão de ser visto como o salvador da pátria, em circunstâncias onde até mesmo a presença diária, o tempo dedicado de mangas arregaçadas, não fica evidente. Imaginem, por exemplo, quando um presidente de um clube é também eleito parlamentar, a viver em Brasília. Isso não está acontecendo nessa gestão, afinal, o Bahia teve na última década a marca de maior escassez de títulos na sua história e, como consequência, os votos não pingaram para o presidente.
É relevante considerar também que os ganhos pelos cargos diretivos são muito significativos no mundo do futebol, provavelmente compatível com a suposta carga que traz na missão. Ainda assim, não se cobra horário, dedicação e compromisso diário. Sobre os cargos técnicos recai a pressão maior e o risco da troca é eminente. Nenhum técnico sobrevive a campanhas medíocres, caem no meio do percurso e jamais sobrevivem a um final na zona da degola, já os gestores, diretoria e presidente tricolor chegam a debochar seus oponentes diante da sobrevivência ao fechar o campeonato superando a degola, mesmo que a duras penas.
Polêmicas a parte, 2012 começou com grandes abalos sobre a validade da permanência e legitimidade da eleição do presidente. Os descumprimentos de acordos, ou a inexistência de bases democráticas no Bahia deixou o clube vulnerável a questionamentos jurídicos. Restou a rede social e as resenhas midiáticas para segurar o cargo e a imagem de benfeitor, calçado no contraditório e no imbróglio que envolvia o risco de um Ba-Vi acéfalo e sem computador para catalogar os seus sócios. Naquele momento a divisão entre os torcedores pesou para o lado do apoio e exaltação ao suposto "devolvedor do meu Bahia", que jamais poderia cair.
E o ano de 2012 seguiu assim, mais uma vez o Baianão quase escapa e os prognósticos dos quase especializados em tiro no escuro até parecem acertar sobre o grande clube que vai fechando o primeiro turno na rabada tabela. Ainda bem que temos fôlego e, apesar dos pesares, temos Souza e Gabriel e o início da lucidez em dar confiança a jovens da base, ao menos em momentos críticos, onde titulares experientes, nem tão titulares assim, saem por imprevistos e abrem as oportunidades para jovens talentos.
MGF e suas dúvidas, que passeiam pelo mundo do homem de negócios, do político e do interesse em ser presidente de um clube que tem uma das maiores e mais apaixonadas torcidas do Brasil. Contra ele, pessoalmente, provavelmente não temos absolutamente nada. Gostaríamos apenas que, entre os torcedores, prevalecesse a consciência de que todos aqueles que assumem cargos em grandes clubes, devem ser passageiros e lutar para que a instituição cresca, se fortaleça e permaneça cada vez mais independente das intemperes e de interesses que não sejam claramente mostrados ao torcedor. Nesse contexto será sempre muito bom que o torcedor observe e exija coerência, planejamento e clareza nos objetivos. Quando a necessidade for, por exemplo, contratação e reforço, que seja apresentado o planejamento nesse sentido, antes do início do campeonato. Se as tentativas de solução acontecem aos trancos e barrancos, ao longo da competição, se contratações caras aparecem de surpresa para salvar catástrofes, ao mesmo tempo em que os orçamentos não são apresentados, ficará sempre uma dúvida sobre como as mesmas contas seriam apresentadas caso o clube sobrevivesse bem no campeonato, mantendo o elenco inicial. Resumindo: fecharíamos o ano com muito dinheiro sobrando nos cofres do clube?
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